Se tem algo que me enche satisfação mais que ver um filme esperado e aclamado, é faltar no trabalho para ir a um show e voltar dele com as energias revigoradas. Isso só acontece nesse show, em específico.
Tudo bem que sempre tem a galerinha super duper cool chamando a atenção no bar, cantando músicas ridículas fingindo uma embriaguez - que apesar de tudo nos rendem boas risadas (chupa e engole, chupa e engole, chupa e engole). Tudo bem que esconder uma cerveja no pé-da-mesa aliviou a conta e existe uma tênue diferença entre a Premium e a Pilsen. Também não interessa muito quantas vezes o cinzeiro foi esvaziado nem quantas pessoas iguais eu vi ali. Não importa.
Por mais que existam pessoas aparentemente iguais... Ali, na hora da banda tocar, essas tolices são postas de lado e todos viram um só, com um único propósito: deixar de lado toda essa babaquice da atualidade e acordar - já que o mundo ainda não escuta suas vozes.
É exatamente nesse momento que eu pulo, grito, me descabelo, derreto. É bem nessa hora que eu e mais uma porção de desconhecidos viramos um só. É a paixão pela sinceridade contida ali, naquelas letras, que torna tudo um belo mix de vozes e olhares deslumbrados. Quando a banda que toca e a galera que assiste também se tornam um.
Uma coisa complementa a outra e é nessa hora que esse mundo já bastante bagunçado vira do avesso e dispara alarmes que só nós podemos ouvir.
Uma estação de trem pode te trazer muitas lembranças ou simplesmente te fazer pensar em qualquer outra coisa que traga distração... Um filme, talvez.
Pessoas movidas pela paixão de escrever e redescobrindo um ideal também podem ser bem interessantes. Um mundo inteiro de possibilidades ao alcance de cada um e o querer-fazer-acontecer motivando e enchendo os pulmões a cada trago.
São essas coisas e mais um infinito de detalhes que marcam um dia na memória da gente.
Essa é a Dança dos Dias enchendo nossos pulmões - não a cada trago, mas sim a cada verso cantado.
Tudo bem que sempre tem a galerinha super duper cool chamando a atenção no bar, cantando músicas ridículas fingindo uma embriaguez - que apesar de tudo nos rendem boas risadas (chupa e engole, chupa e engole, chupa e engole). Tudo bem que esconder uma cerveja no pé-da-mesa aliviou a conta e existe uma tênue diferença entre a Premium e a Pilsen. Também não interessa muito quantas vezes o cinzeiro foi esvaziado nem quantas pessoas iguais eu vi ali. Não importa.
Por mais que existam pessoas aparentemente iguais... Ali, na hora da banda tocar, essas tolices são postas de lado e todos viram um só, com um único propósito: deixar de lado toda essa babaquice da atualidade e acordar - já que o mundo ainda não escuta suas vozes.
É exatamente nesse momento que eu pulo, grito, me descabelo, derreto. É bem nessa hora que eu e mais uma porção de desconhecidos viramos um só. É a paixão pela sinceridade contida ali, naquelas letras, que torna tudo um belo mix de vozes e olhares deslumbrados. Quando a banda que toca e a galera que assiste também se tornam um.
Uma coisa complementa a outra e é nessa hora que esse mundo já bastante bagunçado vira do avesso e dispara alarmes que só nós podemos ouvir.
Uma estação de trem pode te trazer muitas lembranças ou simplesmente te fazer pensar em qualquer outra coisa que traga distração... Um filme, talvez.
Pessoas movidas pela paixão de escrever e redescobrindo um ideal também podem ser bem interessantes. Um mundo inteiro de possibilidades ao alcance de cada um e o querer-fazer-acontecer motivando e enchendo os pulmões a cada trago.
São essas coisas e mais um infinito de detalhes que marcam um dia na memória da gente.
Essa é a Dança dos Dias enchendo nossos pulmões - não a cada trago, mas sim a cada verso cantado.

