sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Parte I

Nas últimas semanas venho dedicado certo tempo dos meus dias para fazer algo que sinto um absoluto interesse: observar o comportamento humano.
Na escola, no ponto de ônibus, nas ruas, no trânsito, no trabalho, na volta para a casa, em casa e no mundo virtual.
Dentre centenas de pessoas - entre professores, diretores, motoristas, crianças, adolescentes e idosos -, descobri que todas têm algo em comum, algo que ao longo da vida sacrificamos em prol de algo diferente: a inocência pela tolerância.
Pessoas apressadas e compactadas em suas vidas interessantes demais para olhar ao redor e dizer o que pensam. São pessoas diferentes com um mesmo interesse: felicidade a qualquer custo.
Um único objetivo não resume uma vida, quando concluído. Um mesmo interesse não resume um objetivo a ser realizado a qualquer preço e vontade.
Intensidade não justifica vontade. Necessidade não justifica intensidade. Ansiedade justifica intensidade.
As pessoas são impacientes e isto, meu caro leitor, foi apenas uma das coisas que notei em comum entre elas.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

it's fact

E hoje nada mais importa, sei que vou ficar bem.
Hoje tenho certeza que tudo vai ficar bem, que tenho tudo que um dia sonhei e que sou feliz.
É estranho... É quando escuto uma música que me lembre algum momento, quando leio algo que me lembre algo, quando vou dormir e tenho bons sonhos e então já acordo bem.
Quando o coração não acelera mas se acalma com a minha felicidade.
É inexplicável, um dia eu sei que vou poder escrever tudo mas hoje é inexplicável. É muito complexo, muito bonito pra singelas - porém sinceras - palavras.
Hoje eu sei que encontrei minha metade e sei que tudo que sinto é recíproco, desde o primeiro olhar.
E hoje nada mais importa, sei que vou ficar bem.
Porque tenho alguém aqui comigo.

domingo, 24 de agosto de 2008

Tão Fora De Moda

Vem meu bem, deixa que o inverno vai passar.
Tudo é tão sem querer, e é tão fora de moda ficar mal.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Resumo Semanal

Obrigações cumpridas: estudei, trabalhei, estudei, trabalhei e estudei.
Evento da semana: o momento em que eu chamei uma garota de hipócrita e ela não sabia o que significado.
Fustração da semana: minha tentativa de terminar de ler Christiane F, e minhas faltas na escola.
Orgulho da semana: sei lá, aprendi a matéria de Química e tirei 10 na prova de Literatura.
Momento desabafo: porra, tem gente que não se toca mesmo, néam.
Conclusão: Tem muita coisa, não dá pra resumir tudo. Eu queria mas estou cansada.

Até o próximo mês, se der tempo.

sábado, 9 de agosto de 2008

Wisky Para Um Condenado

Rápido garçom me traga o seu melhor Wisky, esse seu amigo aqui só tem mais meia hora.
Até que o diabo descubra que eu morri, e venha me levar embora.
Nada eu levo na vida, o que eu tenho é o que há no meu carro.
Meus vinte melhores amigos estão num maço de cigarros.

They Tell Me

maybe if i pray to the lord above,
i'll get some sleep,
but the lord don't give a shit about me.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Viva La Vida



Como a revista sempre me convence de algo, desta vez a Rolling Stone e a entrevista de Chris Martin me convenceram a baixar o novo álbum do Coldplay (Viva La Vida Or Death And All His Friends).
Totalmente diferente do que eu esperava.
Eu esperava um álbum tão entediante quanto o X&Y mas não, desta vez o álbum ficou memorável, um tanto quanto otimista. Sério, mesmo.
A melodia apaixonante de "Lost" e "Death And All His Friends" me hipnotizou, de fato.
E sobre as letras, eu estava conformada com a idéia de que não poderia esperar nada de tão interessante. Pois bem, me enganei novamente e as letras encaixam perfeitamente com cada detalhe de cada melodia.
Ainda que tenha me lembrado muito The Magic Numbers (já já descubro o por quê), e o óbvio Radiohead, me parece que cada música passa uma sensação diferente. Cada música corresponde à uma expectativa diferente.
Acho que é especialmente o tipo de CD que eu até faço questão de comprar.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Juventude

Simplesmente não entendo essa gente. Eu tento, tento, tento mas não entendo.
A moda agora é ser loira e se decidir entre o indie e o hype (ou whatever).
A moda agora é muita coisa ao mesmo tempo mas nada está me agradando, n-a-d-a.
Esse pessoal indeciso entre o caro e o comum, e o inútil e desagradável. Ou qualquer controvérsia que esteja a seus alcances... Não entendo a intenção dessa moda toda.
Conversando com alguém concluí que isso tem nome: "pós-emo" - nada contra pós-punk ou pós-qualquer coisa, é só o pós-emo -. E o tal pós-emo atinge 80% dos emos que um dia foram emos mas que agora dividem-se em 40% new-rave, 15% The Strokes 4ever, 10% indies alternativos, 10% agora são do psy e 5% adoram um bom metal from hell (os 20% restantes continuam emos).
Vale frisar que não me incluo na porcentagem emo nem pós-emo (ainda que meu passado me condene), pois não sou devota do new rave, strokes, superalternatividade, psy e muito menos metal from hell. Estou sossegada com meu Bob Dylan e minha Chan Marshall e até o momento não conheço nenhum emo que goste.
Daí eu continuo não entendendo essas criaturas... Tem menina de 13 anos achando que encontrou o amor de sua vida - uma outra menina. 
Tem também os garotos que enchem a cara com uma dose de Contine todo final de semana e os que bebem uma cerveja e jogam sinuca pra pagar de machão.
Sem esquecer as junkies j-rock né (parece até que são mesmo desbocadas), tanta disposição e tanta grana pra gastar com uma marca meia-boca de roupas gringas (como se ninguém soubesse  que a disposição toda pro rolê entra por seus narizes).
Talvez o propósito seja esse mesmo, um pular no pescoço do outro e disputar quem é melhor (os critérios de avaliação são roupas, piercings, cor e beleza).
Essa juventude da qual infelizmente faço parte me envergonha. É sério.



 
Tell me what you're thinking now, don't be shy.

sábado, 2 de agosto de 2008

A Falta da Falta

E tu devia deixar de ser tão prepotente.
Ninguém tem certeza absoluta de nada.

Preciso escrever. Mas preciso escrever relativamente bem, só escrever não resolve o problema.
O fato é que nos últimos três dias tenho lido demais e consequentemente levado em consideração o fato de que preciso escrever um pouco melhor.
O que me mata é a falta de assunto - não que realmente queira dizer que falta assunto mas, falta  um começo - e o mau planejamento que deveria incluir um propósito baseado em minhas opiniões.
Creio eu ter chegado à um estágio em que somente falar resulta em incompreensão. Devo eu escrever mais o que penso?
Não. Visto que este é o terceiro texto que escrevo e penso em apagar... Definitivamente não.

Viver em constante mudança.
Mudar para viver constantemente melhor.
Melhorar para ser feliz.
Ser feliz para... Whatever.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Caraio, cê é boy ein.

TO RINDO! TO RINDO! TO RINDO!