segunda-feira, 28 de abril de 2008

É do seu jeito patético de se sentir superior a tudo que tenho nojo.
Deveria saber que não é superior a tudo e bem como todas as outras pessoas, também tem defeitos e precisa assumi-los sem ser hipócrita.


Me irrito facilmente com situações do cotidiano.
Tenho paciência em excesso com quem merece.

domingo, 27 de abril de 2008

Ah, eu concluí agora que todos os seres humanos que se relacionam afetivamente - com exceção de mim porque sabe como é né, eu to sempre certa e não falho nunca -, são idiotas. São todos daquele tipo que fazem de tudo pra que a vida pareça de fato com um filme, uma ficção, mas ultrapassam o limite da trapalhada e extrapolam nas aventuras pelo Universo imbecil e se perdem nelas.
Poxa, será que é necessário ser tão complicado assim? Se gosta, gosta. Se não gosta, legal! Toca a vida.
Mas aí tem gente que tem demais e não merece, é exatamente nesse ponto que eu fico nervosa com a regressão humana porque, as coisas não evoluem! É impressionante! As pessoas não se esforçam pra se relacionar bem com outras e existem alguns que tem demais, tem o que não merecem, e justamente o que querem é o que não presta.
É um ciclo vicioso.
Sempre tive sorte nesse ciclo e, não falo necessariamente de mim quando venho reclamar sobre certas atitudes pois, esse blog é o único recurso com exceção daquele skatista aqui que sempre tá me ouvindo, entendendo, guardando os segredos quando preciso de alguém.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Eu ia escrever sobre algo importantíssimo... mas esqueci.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Acho que este é o Abril mais longo da minha vida.
Dúvidas e mais dúvidas.
Só queria fugir um pouco desse mundinho e de quebra percebi que duas ou tres pessoas me entenderam (não que isso faça diferença, mas torna o problema mais confortável).
Meus gostos mudando, minhas atitudes mudando.
Pela primeira fez me interesso por coisas interessantes para mim e que me agradam. Mas não vejo respeito algum, de nenhum lado.
Lado de cá pras bandas de lá. Me parece que o Universo resolveu conspirar contra essa certeza toda.
Mas eu gosto do que tenho e anseio pelo desconhecido.
Só não gosto dessa maneira desrespeitável das pessoas julgarem meu modo de viver sem conhece-lo. Sou outra pessoa e de fato, gosto disso.
Atitudes e opiniões precipitadas daqueles que não me conhecem ainda, denunciam sua falta de tato com os problemas alheios.
Cada um com seus problemas.
Cada um com suas dúvidas.
o seu balançado é mais que um poema
é a coisa mais linda que eu já vi passar

ah se ela soubesse que quando ela passa
o mundo inteirinho se enche de graça
e fica mais lindo por causa do amor.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Hoje é dia quinze de Abril.




Apesar de tudo espero que sempre esteja a meu alcance te desejar felicidades pelos próximos cinquenta anos.
Parabéns.
O futuro tá aí.
Onde está sua autenticidade, minha cara? Foi pra debaixo da sua cama? Deve ter se escondido com medo de você mesma.
E olha que eu não esperava isso de ti.
Sempre pensei que fosse autêntica e tivesse opinião própria em relação a vida. Pensei que fosse uma só, ao invés de fragmentos de diversas pessoas em diversos momentos, criados apenas para agradar.
Pensei que você soubesse distinguir o real, o falso, o dinheiro, o prometido, o dito e cumprido.
Te idealizei como alguém que sabia o que estava dizendo e me perdi em meus conceitos.
Agora são só decepções e a angustia de ver você se tornar alguém que não me agrada. Se tornar tão fraca e falsa, se tornar alguém que nunca foi e nunca vai ser, apenas para agradar em vão.
Não me agrada. Não me surpreende.
Foi pega em flagrante, no salto, com a faca em uma mão e o queijo na outra... ah, eu poderia dizer mil ditados populares. Poderia dizer mil frases e lhe dar mil conselhos que de nada serviriam.
Mas lhe dou apenas meu desdém. Então, minha piedade.
Pessoas como você costumam ser salvas por piedade. Salvas por pena do que se tornaram.
E de você não espero mais nada. Apenas o tédio, o vazio...o imaturo.

terça-feira, 8 de abril de 2008

arriscar sozinha?

Eis que me encontro aqui. Não escrevendo sobre os repentinos acontecimentos em minha vida, mas sim sobre os antigos sentimentos em minha vida.
Vejamos como uma história bem escrita, por linhas tortas.
Mas, não tenho reumatismo, certo?
Escrevo e faço o que quero. Quer dizer, eu faço as escolhas. Na minha vida, sou livre para fazer a bagunça que quiser.
Então, estou nessa bagunça porque eu quero? De certo modo, sim.
Sempre gostei da bagunça não aparente e da falsa confusão ilustrada em meu rosto. Sempre.
Digo que jamais faltei com a verdade, afinal, tudo é muito momentâneo.
O que pouco acontece, é intenso. O que acontece com frequência, é enjoativo, nauseante.
Sempre tive as escolhas e não me orgulho (embora tenha que assumir que, fazer escolhas é melhor que ser a escolha), apenas me desmotivo.
Agora, as escolhas não são mais minhas e eu me pego em flagrante olhando pro nada, pensando no que fazer e em coisas banais para me ocupar (fichários, sinopses, fotos 3x4, listas, filmes, etc.). Tudo com o objetivo de não ficar pensando em como seria se eu tivesse feito qualquer coisa diferente (embora faria tudo, ou quase tudo igual).
Caso seja necessário, relato com precisão e em português claro o que queria. Mas isto é irrelevante.
Mas bem sei eu que, as coisas estão sempre em constante mudança. Um dia é seu cabelo, outro dia seu rosto. Na outra semana são suas roupas, no mês seguinte seus amigos e por que não, em dois meses, suas relações afetivas? Bem sei eu que relações afetivas são relações afetivas. Algo real é diferente, é bem diferente disso.
Tá faltando a auto-confiança. O medo de tropeçar tem que desaparecer e aquele papo de arriscar tem que ser posto em prática. Afinal, não quero me tornar uma hipócrita. Não é mesmo?


Mas como arriscar sozinha?
itsallbullshit

segunda-feira, 7 de abril de 2008

tempo, tempinho, tempão

Sete filmes para assistir e um pra reassistir em dois dias, o fichário sobre para ser montado, o blog para ser escrito, trabalhos e mais trabalhos, os cursos em horários desregulados, um hobby para ser encontrado, fazer as unhas, ler três livros, pregar poster de filmes nas paredes, as contas para serem feitas, a nota vermelha pra ser assinada, fotos para serem editadas, conversas necessárias com amigos e dormir.
Tudo isso sem tempo algum.
Daí eu até reflito sobre o que eu faço quando não faço isso tudo... Preciso ocupar o tempo vago, porque o tempo existe, basta regulá-lo e eu estou aqui mirabolando como consegui-lo.


Seria uma boa deixar a Internet de lado.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Cara, vou começar a escrever sobre a reprodução dos golfinhos, tomates, inclusão digital, blocos economicos, novela ou até mesmo sobre a vida de Britttttt Spears. Tudo, menos dar continuidade nessas baboseiras.


falou ae porque nas tardes de quarta-feira eu durmo.

terça-feira, 1 de abril de 2008

every little thing i do

Hoje veio o vazio, o branco, o nada.
Hoje eu pensei sobre o que escrever, sobre o que falar.
"Será que devo intitular e organizar em prateleiras tudo o que sinto em minha vida?". Boa pergunta. Estou quase neste dilema, quem dirá no próprio...
Eu não sei mais o que sinto nem o que quero sentir. Então, vou levando.
Nada me impressiona mais, nada me prende a respiração. Nada me tira o fôlego.
Me tira o fôlego aquilo que não é bom, aquilo que não quero. Me tira o fôlego aquilo que não existe.
Idealismo fracassado? Não.
Muitas vezes faço o que tenho vontade. Falo o que quero. E recebo o que mereço (nessas horas eu percebo o quão egoísta tenho sido).
Não sei se tenho fôlego pra tudo de novo, toda a repetição e discussão.
Não sei se tenho argumentos pra debater o mesmo assunto pela terceira vez.
Sei que perdi o jogo de novo e, vou esperando o dia que vou ganhar. E, juro por Deus, não foi por falta de tentativas.
Ah, como eu odeio esperar. Canso de esperar facilmente. Eu canso das coisas muito facilmente.
Não entreto o que me entrete. Não completo o que me completa.
A garrafa de cerveja está pela metade, falta a companhia pra apostar quem vira primeiro a outra metade.
Estou num momento estranho da minha vida. Sei o que é bom pra mim, mas eu só quero o que faz mal.
Isso me faz lembrar do começo deste texto e do vazio que me vem quando eu penso que não dá mais pra andar na rua de mãos dadas com as suas e do bem que voce me faz, mesmo com nossas as mãos tão longe uma da outra.