sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Digna de rede Globo



Nos últimos dias eu tenho percebido que o que tem acontecido na minha vida poderia virar roteiro de uma boa novela:
Você se livra daquele sentimento por alguém (sentimento que nunca te fez bem algum), justamente porque outra pessoa aparece na sua vida, e transforma ela de uma maneira positivíssima. Até aí, tudo ok. Quando tudo vai bem, amigos, ambiente de trabalho, família, amor, algo acontece pra atrapalhar. Primeiro, foram os amigos. Sabe aquelas amigas que toda personagem tem, que juravam amizade eterna, mais que, quando tudo vai bem, algo acontece e a amizade eterna vai pro ralo? Pois bem. É aí que começa a triste trajetória da personagem que acaba por ficar sem amigas, sem irmãs pra dividir segredos. Acaba por ficar sem companheiras pro final de semana, ou para as tardes tediosas. Coincidentemente, daria para pensar que isso só acontece porque tudo vai indo bem na vida da personagem. É aí que a história vai por si só.
Logo após a decepção com as amigas, vêm o ambiente de trabalho. No caso da personagem, a escola. As coisas estão indo relativamente bem, quando o inesperado acontece. Uma pedra em seu sapato surge, as coisas ficam tediosas e patéticas, as notas caem e as dificuldades aumentam. Nem mesmo um momento de distração é permitido. As coisas se tornam cada vez mais minuciosamente planejadas, e um erro de interpretação, pode ser fatal.
Recaptulando...quando tudo vai bem na vida da personagem, os problemas começam a surgir. Primeiro os amigos que se afastam, sem um motivo razoavelmente explicável. Depois o ambiente de trabalho, o clima fica tenso e insuportável, diga-se de passagem.
O que mais falta, mesmo?
AH! Claro, a família.
Na família da personagem, as coisas nunca se ajeitaram realmente. Os problemas apenas são empurrados com a testa, e ninguém nem sequer toma uma atitude quanto a isso. Tudo bem. Eis que, os problemas na família, ficam cada vez mais visíveis, a personagem percebe que dentre toda a sua família, somente seu irmão se salva. O resto? Que volte pro esgoto. E uma hora ou outra, a personagem explode de estress, de fato. E, por fim as coisas se completam: amigos, ambiente de trabalho, família. Todos que quando juntos, e bem, te transformam em uma pessoa relativamente satisfeita com a vida. Mais que, quando separadíssimos, e mal, te transformam em uma pessoa que pouco se importa mais, com a repercussão dos fatos relacionados à estes.
Nessa história, nada vale a pena?
Ora! Como não?! E o amor?
Obviamente, o amor que a personagem encontrou, sempre lhe faz perceber que as coisas não são tão péssimas, quando em sua presença. É o amor que salva toda a história tão dramática e ridicularizada, é o amor que faz as coisas realmente valerem a pena.
Porém, como em todo bom roteiro, existe os que se opõem a esse amor.
E se eu disser, que, no meu roteiro, os três elementos citados acima (amigos, ambiente de trabalho e família), se opõe a esse amor? Muito bem, nesse roteiro, a personagem iria até o inferno para ser feliz com esse amor, que de fato, é a única coisa que lhe faz bem.
A personagem, então, sente certos medos. Por exemplo, de uma hora para outra, algo relacionado a esses três elementos, faça com que o amor desista. São medos grandiosos, tais que, fazem a personagem se congelar em suas boas lembranças, quando as más as ofuscam.

É um bom roteiro, não? cliché ou não, é um bom roteiro.
Só me resta saber o final da história...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

q

O Sol fritou o meu cérebro hoje, portanto, nada de conclusões nos próximos dias.
q

domingo, 16 de setembro de 2007

C=


É como o meu pai diz né: até aí todo mundo era falso e fofoqueiro, repara só.
E é como eu li em algum lugar um dia: o único Cristão morreu na cruz.
Tire suas próprias conclusões. Essa é a minha do final de semana.

sábado, 15 de setembro de 2007

a little bit clementine.


"I'm not a concept. Too many guys think I'm a concept or I complete them or I'm going to make them alive, but I'm just a fucked up girl who is looking for my own peace of mind. Don't assign me yours."

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

tempinho pra cá.


Não tenho encontrado tempo para isso aqui.
Agora que lembrei que eu possuía um blog, que nem eu mesma lembrava a utilidade.
Tantas coisas têm acontecido comigo, coisas que têm me deixado realmente feliz, contente com a vida e com tudo o que ela oferece.
Meu avô se foi, no dia 14 de Agosto, se eu não me engano. Foi e deixou inúmeras ótimas lembranças. Eu jamais vou esquecer de suas brincadeiras, de suas conversas, de suas histórias. São coisas que inevitavelmente, permanecem em minha memória. Agora, ele está lá, no lugar tão desejado por muitos. Feliz, aposto. E, ele estando feliz, estou feliz também. Ele sofria demais.
Nesse meio tempo fora desse blog, senti que perdi amigas. Amigas das quais eu jurava serem eternas. E o que me surpreendeu foi aquele que, há 2 anos atrás, eu duvidava que seria sua fiel companheira de planos para o futuro, debates ridículos sobre o governo, conselhos, roles, a mesma paixão por body modification e tudo o mais. Yuri Victor Ranzani têm me provado que amizade verdadeira existe. E, de certo modo, isso me deixa felicissima.
Entre outras cositas mas.