
Nos últimos dias eu tenho percebido que o que tem acontecido na minha vida poderia virar roteiro de uma boa novela:
Você se livra daquele sentimento por alguém (sentimento que nunca te fez bem algum), justamente porque outra pessoa aparece na sua vida, e transforma ela de uma maneira positivíssima. Até aí, tudo ok. Quando tudo vai bem, amigos, ambiente de trabalho, família, amor, algo acontece pra atrapalhar. Primeiro, foram os amigos. Sabe aquelas amigas que toda personagem tem, que juravam amizade eterna, mais que, quando tudo vai bem, algo acontece e a amizade eterna vai pro ralo? Pois bem. É aí que começa a triste trajetória da personagem que acaba por ficar sem amigas, sem irmãs pra dividir segredos. Acaba por ficar sem companheiras pro final de semana, ou para as tardes tediosas. Coincidentemente, daria para pensar que isso só acontece porque tudo vai indo bem na vida da personagem. É aí que a história vai por si só.
Logo após a decepção com as amigas, vêm o ambiente de trabalho. No caso da personagem, a escola. As coisas estão indo relativamente bem, quando o inesperado acontece. Uma pedra em seu sapato surge, as coisas ficam tediosas e patéticas, as notas caem e as dificuldades aumentam. Nem mesmo um momento de distração é permitido. As coisas se tornam cada vez mais minuciosamente planejadas, e um erro de interpretação, pode ser fatal.
Recaptulando...quando tudo vai bem na vida da personagem, os problemas começam a surgir. Primeiro os amigos que se afastam, sem um motivo razoavelmente explicável. Depois o ambiente de trabalho, o clima fica tenso e insuportável, diga-se de passagem.
O que mais falta, mesmo?
AH! Claro, a família.
Na família da personagem, as coisas nunca se ajeitaram realmente. Os problemas apenas são empurrados com a testa, e ninguém nem sequer toma uma atitude quanto a isso. Tudo bem. Eis que, os problemas na família, ficam cada vez mais visíveis, a personagem percebe que dentre toda a sua família, somente seu irmão se salva. O resto? Que volte pro esgoto. E uma hora ou outra, a personagem explode de estress, de fato. E, por fim as coisas se completam: amigos, ambiente de trabalho, família. Todos que quando juntos, e bem, te transformam em uma pessoa relativamente satisfeita com a vida. Mais que, quando separadíssimos, e mal, te transformam em uma pessoa que pouco se importa mais, com a repercussão dos fatos relacionados à estes.
Nessa história, nada vale a pena?
Ora! Como não?! E o amor?
Obviamente, o amor que a personagem encontrou, sempre lhe faz perceber que as coisas não são tão péssimas, quando em sua presença. É o amor que salva toda a história tão dramática e ridicularizada, é o amor que faz as coisas realmente valerem a pena.
Porém, como em todo bom roteiro, existe os que se opõem a esse amor.
E se eu disser, que, no meu roteiro, os três elementos citados acima (amigos, ambiente de trabalho e família), se opõe a esse amor? Muito bem, nesse roteiro, a personagem iria até o inferno para ser feliz com esse amor, que de fato, é a única coisa que lhe faz bem.
A personagem, então, sente certos medos. Por exemplo, de uma hora para outra, algo relacionado a esses três elementos, faça com que o amor desista. São medos grandiosos, tais que, fazem a personagem se congelar em suas boas lembranças, quando as más as ofuscam.
É um bom roteiro, não? cliché ou não, é um bom roteiro.
Só me resta saber o final da história...
Você se livra daquele sentimento por alguém (sentimento que nunca te fez bem algum), justamente porque outra pessoa aparece na sua vida, e transforma ela de uma maneira positivíssima. Até aí, tudo ok. Quando tudo vai bem, amigos, ambiente de trabalho, família, amor, algo acontece pra atrapalhar. Primeiro, foram os amigos. Sabe aquelas amigas que toda personagem tem, que juravam amizade eterna, mais que, quando tudo vai bem, algo acontece e a amizade eterna vai pro ralo? Pois bem. É aí que começa a triste trajetória da personagem que acaba por ficar sem amigas, sem irmãs pra dividir segredos. Acaba por ficar sem companheiras pro final de semana, ou para as tardes tediosas. Coincidentemente, daria para pensar que isso só acontece porque tudo vai indo bem na vida da personagem. É aí que a história vai por si só.
Logo após a decepção com as amigas, vêm o ambiente de trabalho. No caso da personagem, a escola. As coisas estão indo relativamente bem, quando o inesperado acontece. Uma pedra em seu sapato surge, as coisas ficam tediosas e patéticas, as notas caem e as dificuldades aumentam. Nem mesmo um momento de distração é permitido. As coisas se tornam cada vez mais minuciosamente planejadas, e um erro de interpretação, pode ser fatal.
Recaptulando...quando tudo vai bem na vida da personagem, os problemas começam a surgir. Primeiro os amigos que se afastam, sem um motivo razoavelmente explicável. Depois o ambiente de trabalho, o clima fica tenso e insuportável, diga-se de passagem.
O que mais falta, mesmo?
AH! Claro, a família.
Na família da personagem, as coisas nunca se ajeitaram realmente. Os problemas apenas são empurrados com a testa, e ninguém nem sequer toma uma atitude quanto a isso. Tudo bem. Eis que, os problemas na família, ficam cada vez mais visíveis, a personagem percebe que dentre toda a sua família, somente seu irmão se salva. O resto? Que volte pro esgoto. E uma hora ou outra, a personagem explode de estress, de fato. E, por fim as coisas se completam: amigos, ambiente de trabalho, família. Todos que quando juntos, e bem, te transformam em uma pessoa relativamente satisfeita com a vida. Mais que, quando separadíssimos, e mal, te transformam em uma pessoa que pouco se importa mais, com a repercussão dos fatos relacionados à estes.
Nessa história, nada vale a pena?
Ora! Como não?! E o amor?
Obviamente, o amor que a personagem encontrou, sempre lhe faz perceber que as coisas não são tão péssimas, quando em sua presença. É o amor que salva toda a história tão dramática e ridicularizada, é o amor que faz as coisas realmente valerem a pena.
Porém, como em todo bom roteiro, existe os que se opõem a esse amor.
E se eu disser, que, no meu roteiro, os três elementos citados acima (amigos, ambiente de trabalho e família), se opõe a esse amor? Muito bem, nesse roteiro, a personagem iria até o inferno para ser feliz com esse amor, que de fato, é a única coisa que lhe faz bem.
A personagem, então, sente certos medos. Por exemplo, de uma hora para outra, algo relacionado a esses três elementos, faça com que o amor desista. São medos grandiosos, tais que, fazem a personagem se congelar em suas boas lembranças, quando as más as ofuscam.
É um bom roteiro, não? cliché ou não, é um bom roteiro.
Só me resta saber o final da história...



