Bem, cá estava eu a olhar meu blog tão amado. A verdade é que têm faltado tempo para ele mesmo, embora a minha vontade era escrever todos os dias, todos os detalhes dos detalhes. Mas, ultimamente até o tempo para dormir tem se encurtado.
Hoje?
Acordei, me olhei no espelho e fiz hipóteses de como seria o meu dia. É um estranho hábito meu mas que, funciona muito bem.
Fui para a escola, sem o meu suco de laranja. Ah! O suco de laranja que a minha mãe me faz todas as manhãs...Eu sei que vou sentir falta dele, um dia. Bom, este é outro estranho hábito meu: sentir falta de coisas que não se foram, ainda.
Cheguei atrasada, como sempre. Aula da Professora Rosa, excelente inglês (men-ti-ra! ela é péssima). E assim a minha manhã foi correndo, com o Antonio lá me fazendo rir das coisas mais improváveis e impossíveis.
A última aula foi a da Professora Léo, tal que, perguntou se eu havia ido a um show ou a uma guerra, devido as manchas rochas em meus braços. Mas olhe só! Eu havia me esquecido de contar de Domingo.
No Domingo (24/02) lá fomos nós ao show do Dance of Days, meu vício particular. Minha paixão assumida e estonteante. Estonteante foi o show, creio eu ter bebido demais e por isso ter passado tão mau na metade...Bem, concluo que foi ótimo, e que eu aproveitei bastante. Concluo também que Nene Altro e Karina, são simpatissíssimos e, que amigos de amigos meus, são bem legais. Conheci pessoas legais no domingo.
Mas voltemos a terça-feira, hoje. Parei na aula de Português, né? Ah, acabou por isso mesmo. O sinal tocou, e eu vim as pressas pra casa. Logo, saí as pressas pro inglês que eu matei e fui as pressas encontrar-me com Alguém.
Ah...Esse Alguém.
Nunca falei de ninguém assim, ou falei de Alguém e não me lembro? Não, não devo ter falado.
É esse Alguém, confuso e o mesmo de sempre, que me arranca suspiros, mesmo quando merece ofensas. É esse Alguém que faz o coração palpitar de ansiedade e acalma meu Espírito. É exatamente esse Alguém que têm me mostrado e ensinado coisas que, nem mil sábios gregos ensinariam. É esse Alguém que eu admiro, e são pra esse Alguém todas as palavras de apoio e compreensão, acima de tudo.
É essa felicidade, desse Alguém, que eu quero ver no olhar e sentir por uma palavra sincera.
É desse abraço verdadeiro, que eu preciso.
É só isso.
Bem, de certo é difícil. Mas quem disse que o difícil não é alcançável? Quem disse que existe impossível, bem, mal, correto ou atrevido?
É a difícil tarefa de perdoar sem pedido de perdão. Ou algo assim.
É o pessimismo, ou o otimismo. É a hipocrisia de palestras bem feitas e a graça de simples palavras. É o carinho mais puro.
É o desejo de querer ver o bem, a felicidade de Alguém, mais que qualquer outra coisa.
E assim termina meu dia, com todas as hipóteses falhadas, como em poucas vezes jamais imaginadas. Aqui, na Internet. Morta demais para acordar disposta daqui há seis horas ou para mirabolar um bom final pra este texto.
"vamos decidir por nós dois, quando eu contar até três: um...dois...três"
E o abraço.
Hoje?
Acordei, me olhei no espelho e fiz hipóteses de como seria o meu dia. É um estranho hábito meu mas que, funciona muito bem.
Fui para a escola, sem o meu suco de laranja. Ah! O suco de laranja que a minha mãe me faz todas as manhãs...Eu sei que vou sentir falta dele, um dia. Bom, este é outro estranho hábito meu: sentir falta de coisas que não se foram, ainda.
Cheguei atrasada, como sempre. Aula da Professora Rosa, excelente inglês (men-ti-ra! ela é péssima). E assim a minha manhã foi correndo, com o Antonio lá me fazendo rir das coisas mais improváveis e impossíveis.
A última aula foi a da Professora Léo, tal que, perguntou se eu havia ido a um show ou a uma guerra, devido as manchas rochas em meus braços. Mas olhe só! Eu havia me esquecido de contar de Domingo.
No Domingo (24/02) lá fomos nós ao show do Dance of Days, meu vício particular. Minha paixão assumida e estonteante. Estonteante foi o show, creio eu ter bebido demais e por isso ter passado tão mau na metade...Bem, concluo que foi ótimo, e que eu aproveitei bastante. Concluo também que Nene Altro e Karina, são simpatissíssimos e, que amigos de amigos meus, são bem legais. Conheci pessoas legais no domingo.
Mas voltemos a terça-feira, hoje. Parei na aula de Português, né? Ah, acabou por isso mesmo. O sinal tocou, e eu vim as pressas pra casa. Logo, saí as pressas pro inglês que eu matei e fui as pressas encontrar-me com Alguém.
Ah...Esse Alguém.
Nunca falei de ninguém assim, ou falei de Alguém e não me lembro? Não, não devo ter falado.
É esse Alguém, confuso e o mesmo de sempre, que me arranca suspiros, mesmo quando merece ofensas. É esse Alguém que faz o coração palpitar de ansiedade e acalma meu Espírito. É exatamente esse Alguém que têm me mostrado e ensinado coisas que, nem mil sábios gregos ensinariam. É esse Alguém que eu admiro, e são pra esse Alguém todas as palavras de apoio e compreensão, acima de tudo.
É essa felicidade, desse Alguém, que eu quero ver no olhar e sentir por uma palavra sincera.
É desse abraço verdadeiro, que eu preciso.
É só isso.
Bem, de certo é difícil. Mas quem disse que o difícil não é alcançável? Quem disse que existe impossível, bem, mal, correto ou atrevido?
É a difícil tarefa de perdoar sem pedido de perdão. Ou algo assim.
É o pessimismo, ou o otimismo. É a hipocrisia de palestras bem feitas e a graça de simples palavras. É o carinho mais puro.
É o desejo de querer ver o bem, a felicidade de Alguém, mais que qualquer outra coisa.
E assim termina meu dia, com todas as hipóteses falhadas, como em poucas vezes jamais imaginadas. Aqui, na Internet. Morta demais para acordar disposta daqui há seis horas ou para mirabolar um bom final pra este texto.
"vamos decidir por nós dois, quando eu contar até três: um...dois...três"
E o abraço.
