Uma das coisas mais irritantes para mim é ver toda essa gente chata e sem graça fingindo entender algo da vida. Passam a vida em busca de algo que não existe e declaram sua rebeldia sem razão para Deus e o mundo. Isso é irritante, sim.
Pessoas mimadas que sempre tiveram tudo porque os pais sempre fizeram de bom grado (talvez fosse para evitar isso aí que acontece a luz do dia), e quando chegam no limite, destroem tudo e fingem recomeçar quando na verdade só estão provando a si mesmas que não valem merda nenhuma.
Essas pessoas chatas, sem graça, mimadas e imediatistas me irritam.
Não sei o por quê, mas de certa forma me irrita ver essas crianças de duas décadas de idade fazendo birra, gritando, implorando por atenção quando o mais precioso que podem conseguir é pena e alguns trocados dos pais.
Se coloque no meu lugar: dezessete anos, alguns objetivos, uma independência incomum e ainda perco o tempo pensando em todas essas atitudes. Eu devia realmente repensar meus objetivos, talvez devesse virar terapeuta de adolescentes e colocar juízo na mente dessas crianças aí, mas juízo não se compra - também.
Nasci sim na década errada e isso me constrange na mesma proporção que me orgulha; é bom saber que não sou assim e que por mais idiota que tenha sido, hoje não sou assim, aos dezessete não sou mais assim.
Tenho pena e nada mais. Espero que a birra, os gritos, a melancolia e depressão imaginária se extraviem da mesma forma que a beleza, a sinceridade e a pureza se extraviaram.
Vê essa tristeza nos olhos de seus pais? Vamos ter filhos também.
Pessoas mimadas que sempre tiveram tudo porque os pais sempre fizeram de bom grado (talvez fosse para evitar isso aí que acontece a luz do dia), e quando chegam no limite, destroem tudo e fingem recomeçar quando na verdade só estão provando a si mesmas que não valem merda nenhuma.
Essas pessoas chatas, sem graça, mimadas e imediatistas me irritam.
Não sei o por quê, mas de certa forma me irrita ver essas crianças de duas décadas de idade fazendo birra, gritando, implorando por atenção quando o mais precioso que podem conseguir é pena e alguns trocados dos pais.
Se coloque no meu lugar: dezessete anos, alguns objetivos, uma independência incomum e ainda perco o tempo pensando em todas essas atitudes. Eu devia realmente repensar meus objetivos, talvez devesse virar terapeuta de adolescentes e colocar juízo na mente dessas crianças aí, mas juízo não se compra - também.
Nasci sim na década errada e isso me constrange na mesma proporção que me orgulha; é bom saber que não sou assim e que por mais idiota que tenha sido, hoje não sou assim, aos dezessete não sou mais assim.
Tenho pena e nada mais. Espero que a birra, os gritos, a melancolia e depressão imaginária se extraviem da mesma forma que a beleza, a sinceridade e a pureza se extraviaram.
Vê essa tristeza nos olhos de seus pais? Vamos ter filhos também.


