terça-feira, 28 de outubro de 2008

Idiota e Meio

Sempre que me deparo com a visão extraordinária de qualquer ser humano se passando pelo ridículo, não contenho a risada. Eu não sei se isto é bom ou ruim, mas sei que a risada é inevitável.
As pessoas que costumavam ser idiotas, hoje se passam por fortes e experientes, afirmando coisas absurdas como se as experiências patéticas delas as tivessem mostrado uma nova perspectiva de vida. Claro, isso é bem possível, visto que alguns não tinham perspectiva de vida alguma...
Quando uso o termo idiota, quero dizer patético, ridículo, falso ou forçado. Idiota é aquele que tenta impressionar alguém com as roupas ou com performance sexual, da mesma maneira que aquele que surpreende com o limite do cartão de crédito ou com um celular iPhone 3G, também é.
Ter cérebro grande nessas horas também não é de muita valhia, quer dizer, você pode ter um crânio enorme mas se seu cérebro é meio inativo, meu caro... desiste.

Eu realmente acho que ser um imbecil ou não, de forma alguma está ligado ao fato de pessoas próximas também serem imbecis, ou não. De forma alguma a criação influencia em atitudes falhas e em estilo de vida. Cada um é cada um. Cada um é um indivíduo capaz de pensar sozinho e tirar suas próprias conclusões sozinho, sem se deixar influenciar por seres a sua volta, independente de ter sido criado ou estar rodeado por imbecis.
A vida é explêndida aos olhos de cada um. Mas fazer o quê se para alguns felicidade é ter em mãos um cartão de crédito, um iPhone 3G ou impressionar com roupas e performance sexual, ao invés de impressionar com performance intelectual, não é mesmo?


Eu vou ficar louquinha um dia de tanto me intrigar com a espécie humana.
Nessas horas, cães são mais fiéis e confiáveis e lontras são mais inteligentes. Fazer o quê, não é mesmo?

(É, eu voltei. Eu sempre volto)