Nos últimos dias eu estive bem inspirada pra escrever sobre dezenas de coisas que aconteceram e me deixaram com vontade de fazê-lo.
Uma delas é a hipocrisia de um bando de pastores que prega a boa conduta sobre uma determinada coisa, mas cai em contradição em outra.
Pra quê usar roupas e tênis de marca, por exemplo, por puro modismo, quando se defende toda a política do simples e livre de exploração? Caso ninguém saiba (o que eu acho difícil), existe uma exploração bem grande tratando-se de marcas globalizadas e caras - e a exploração nem precisa ser animal pra que exista.
Todo esse policiamento se resume em uma festinha para amigos onde não existem convidados além dos que a frequentam por mais de meses/anos, que propõe músicas que tratam das mesmas coisas de sempre. Mas a questão é: pra quê diabos fazer músicas e cantá-las como um hino, se tudo cai por terra quando, no dia-a-dia a colaboração pra máquina funcionar é mútua? Cada um participa do sistema porque precisa dele, e a negação desse fato é cantada e exposta da forma mais crua e patética que eu jamais imaginei ver.
Sou fã do faça você mesmo, quando ele realmente acontece... E não falo de hinos tampouco de militância. Falo da vida real que cada um leva fora dessa merda toda, e é nessas horas que eu entendo quem não faz parte disso.
Como expectadora, infelizmente, é só isso que eu tenho assistido - o que contribui pra minha crença de que cada um deve ter sua própria conduta, tal que, deve ser consequência do livre arbítrio que o ser humano possui, e parar com hábitos ruins por decisão própria, pra ser uma pessoa melhor e permanentemente; não por amigos, pra impressionar e passar a imagem de algo que não é, temporariamente.
Tudo tem sua exceção, e por mais que existam pessoas motivadas de verdade, a bandeira se queima por conta da falsa moral de alguns.
Uma delas é a hipocrisia de um bando de pastores que prega a boa conduta sobre uma determinada coisa, mas cai em contradição em outra.
Pra quê usar roupas e tênis de marca, por exemplo, por puro modismo, quando se defende toda a política do simples e livre de exploração? Caso ninguém saiba (o que eu acho difícil), existe uma exploração bem grande tratando-se de marcas globalizadas e caras - e a exploração nem precisa ser animal pra que exista.
Todo esse policiamento se resume em uma festinha para amigos onde não existem convidados além dos que a frequentam por mais de meses/anos, que propõe músicas que tratam das mesmas coisas de sempre. Mas a questão é: pra quê diabos fazer músicas e cantá-las como um hino, se tudo cai por terra quando, no dia-a-dia a colaboração pra máquina funcionar é mútua? Cada um participa do sistema porque precisa dele, e a negação desse fato é cantada e exposta da forma mais crua e patética que eu jamais imaginei ver.
Sou fã do faça você mesmo, quando ele realmente acontece... E não falo de hinos tampouco de militância. Falo da vida real que cada um leva fora dessa merda toda, e é nessas horas que eu entendo quem não faz parte disso.
Como expectadora, infelizmente, é só isso que eu tenho assistido - o que contribui pra minha crença de que cada um deve ter sua própria conduta, tal que, deve ser consequência do livre arbítrio que o ser humano possui, e parar com hábitos ruins por decisão própria, pra ser uma pessoa melhor e permanentemente; não por amigos, pra impressionar e passar a imagem de algo que não é, temporariamente.
Tudo tem sua exceção, e por mais que existam pessoas motivadas de verdade, a bandeira se queima por conta da falsa moral de alguns.
