Hoje assisti I'm Not There, baseado na vida do ícone que mais admiro: Bob Dylan.
Todd Haynes fez um mosaico com a história e repercussão desta lenda. O Dylan jovem admirador de Woody Guthrie, no auge do sucesso como cantor folk, o "traidor" ao colocar guitarras elétricas em suas músicas, o mulherengo com problemas familiares, o cristão e o Dylan mais velho.
Robert Allan Zimmerman foi brilhantemente descrito (salvo as frases ao longo do filme), a sinceridade nas interpretações, a maneira como o diretor lida com a ordem cronológica dos fatos. A discussão com o repórter e a apresentação em Londres na qual foi vaiado e chamado de Judas por um fã, foi o auge para mim. Ah, a cena com os Beatles foi engraçadinha e o aparecimento de Edie Sedgwick foi um tanto quanto repentino.
A maneira como influenciou e influencia gerações com sua música camaleônica - como li em algum lugar - é clara e objetiva, para aqueles que ousam entender o incompreensível; Dylan é posto como o audacioso que não tem medo de mudanças e desafia a sociedade, mas culpando-se e punindo-se por ter criado algo.
O mais incrível é o cuidado que o diretor teve com a personalidade da lenda, Bob Dylan continua sendo o mesmo que era antes do filme: um mistério.
Sem sombra de dúvidas é um daqueles filmes que por mais que eu me esforce, não vou conseguir transparecer através das palavras a satisfação de tê-lo visto - o fato de ser do meu favorito, ajuda um pouco.
Todd Haynes fez um mosaico com a história e repercussão desta lenda. O Dylan jovem admirador de Woody Guthrie, no auge do sucesso como cantor folk, o "traidor" ao colocar guitarras elétricas em suas músicas, o mulherengo com problemas familiares, o cristão e o Dylan mais velho.
Robert Allan Zimmerman foi brilhantemente descrito (salvo as frases ao longo do filme), a sinceridade nas interpretações, a maneira como o diretor lida com a ordem cronológica dos fatos. A discussão com o repórter e a apresentação em Londres na qual foi vaiado e chamado de Judas por um fã, foi o auge para mim. Ah, a cena com os Beatles foi engraçadinha e o aparecimento de Edie Sedgwick foi um tanto quanto repentino.
A maneira como influenciou e influencia gerações com sua música camaleônica - como li em algum lugar - é clara e objetiva, para aqueles que ousam entender o incompreensível; Dylan é posto como o audacioso que não tem medo de mudanças e desafia a sociedade, mas culpando-se e punindo-se por ter criado algo.
O mais incrível é o cuidado que o diretor teve com a personalidade da lenda, Bob Dylan continua sendo o mesmo que era antes do filme: um mistério.
Sem sombra de dúvidas é um daqueles filmes que por mais que eu me esforce, não vou conseguir transparecer através das palavras a satisfação de tê-lo visto - o fato de ser do meu favorito, ajuda um pouco.

