Quantos dentes tem sua honestidade?
Confusão. Alusão. Desperdício. Perdição. Desordem.
Confusão.
Quantos dentes tem sua mentira?
A maioria das vezes o motivo da confusão é a liberdade (ou a falta dela). Alguns momentos são tomados pelos minutos decisivos do qual você é obrigado a participar. Sua liberdade é posta em jogo. São nesses momentos que você pode ter a opção de dizer sim ou não, de calar ou silenciar.
Eu acho que já falei algo aqui sobre calar ou silenciar, bom, não sei, são tantos textos inúteis, mal-escritos e sem sentido algum.
A verdade é que algo aqui sente falta dos carros, do movimento, das pessoas, da música alta, da exaustão. Ultimamente as coisas andam bem ociosas. Creio eu que é a minha alma que sente falta de tudo isso mas, pensando bem, vender uma alma livre em troca da liberdade soa meio hipócrita... Olha o foco.
Talvez seja isso mesmo, sinto falta da liberdade. Tal liberdade que tinha quando contrariava algumas opções impostas por alguém que tinha e não tinha o direito de fazer isso.
A vontade é de sair por aí, sem rumo. Andar pelas ruas, pensar na vida. Pensar no que eu perdi, no que eu desperdicei ou até mesmo no que eu dispensei.
Hoje voltando do lugar - que por acaso tenho suportado tão bem quanto a vontade de pedir as contas - que adoro, senti o ar entrando em meus pulmões junto com o aroma de asfalto molhado que me trouxe um momento inconfundível de nostalgia. O verão sempre me é nostálgico.
Lembranças de verão me fazem estremecer por alguns minutos, me trazem algo de bom e ruim. Me lembro daquelas tardes e das músicas, principalmente das músicas. Me lembro bem de como foi bom o início do ano - é uma pena que todo o resto tenha sido meio catastrófico - e todo o resto.
Talvez meu problema seja o mesmo que um amigo apontou uma vez: sou imediatista; quando quero algo, quero tudo de uma vez, a qualquer custo. Mas pensando bem, isso não é um problema, pensando bem, um dia vou me orgulhar dessa mente imunda pois vai ser ela o molde pro meu futuro. Sei bem que com ela vou muito além, sei bem que não me resta nada a perder e que ainda que eu seja persistente, a solução é começar algumas coisas do zero, do jeito que estou fazendo.
Esse ano, eu quero muitas coisas novas. Esse ano eu quero cair muito e aprender de verdade com isso. Esse ano eu quero a felicidade de verdade.
Quero sair dessa filosofia circular, frases sem fim, essa distração sem sentido.
Confusão. Aleatoriedade. Caminhar. Renovar.
Confusão.
Opção de mudar. Opção de ser e fazer algo.
Quantos dentes tem sua mentira?
São muitos planos (...)
Confusão. Alusão. Desperdício. Perdição. Desordem.
Confusão.
Quantos dentes tem sua mentira?
A maioria das vezes o motivo da confusão é a liberdade (ou a falta dela). Alguns momentos são tomados pelos minutos decisivos do qual você é obrigado a participar. Sua liberdade é posta em jogo. São nesses momentos que você pode ter a opção de dizer sim ou não, de calar ou silenciar.
Eu acho que já falei algo aqui sobre calar ou silenciar, bom, não sei, são tantos textos inúteis, mal-escritos e sem sentido algum.
A verdade é que algo aqui sente falta dos carros, do movimento, das pessoas, da música alta, da exaustão. Ultimamente as coisas andam bem ociosas. Creio eu que é a minha alma que sente falta de tudo isso mas, pensando bem, vender uma alma livre em troca da liberdade soa meio hipócrita... Olha o foco.
Talvez seja isso mesmo, sinto falta da liberdade. Tal liberdade que tinha quando contrariava algumas opções impostas por alguém que tinha e não tinha o direito de fazer isso.
A vontade é de sair por aí, sem rumo. Andar pelas ruas, pensar na vida. Pensar no que eu perdi, no que eu desperdicei ou até mesmo no que eu dispensei.
Hoje voltando do lugar - que por acaso tenho suportado tão bem quanto a vontade de pedir as contas - que adoro, senti o ar entrando em meus pulmões junto com o aroma de asfalto molhado que me trouxe um momento inconfundível de nostalgia. O verão sempre me é nostálgico.
Lembranças de verão me fazem estremecer por alguns minutos, me trazem algo de bom e ruim. Me lembro daquelas tardes e das músicas, principalmente das músicas. Me lembro bem de como foi bom o início do ano - é uma pena que todo o resto tenha sido meio catastrófico - e todo o resto.
Talvez meu problema seja o mesmo que um amigo apontou uma vez: sou imediatista; quando quero algo, quero tudo de uma vez, a qualquer custo. Mas pensando bem, isso não é um problema, pensando bem, um dia vou me orgulhar dessa mente imunda pois vai ser ela o molde pro meu futuro. Sei bem que com ela vou muito além, sei bem que não me resta nada a perder e que ainda que eu seja persistente, a solução é começar algumas coisas do zero, do jeito que estou fazendo.
Esse ano, eu quero muitas coisas novas. Esse ano eu quero cair muito e aprender de verdade com isso. Esse ano eu quero a felicidade de verdade.
Quero sair dessa filosofia circular, frases sem fim, essa distração sem sentido.
Confusão. Aleatoriedade. Caminhar. Renovar.
Confusão.
Opção de mudar. Opção de ser e fazer algo.
Quantos dentes tem sua mentira?
São muitos planos (...)
