A frase que sempre me inspira a escrever alguma coisa aqui, desde que criei esse blog, é " openyour fuckin' mind" - o que muitas vezes deixo de fazer e acabo escrevendo qualquer merda.
Estava eu aqui pensando com meus botões: "É, eu devia mesmo abrir a minha mente e escrever sobre o que eu realmente queira, às vezes...", e infelizmente tenho um certo bloqueio com essas coisas de escrever o que sinto, acho limitado... Afinal, o que eu sinto, simplesmente sinto e não tenho o dever de ficar escrevendo e escrevendo até as palavras se esgotarem. É meio complicado.
Mas aí lá me ponho a me contradizer, aliás, dizer verdades que se opõem a outras verdades absolutas. Escrever faz bem pra pele, pros cabelos, pra vitalidade e pra mente. Escrever é mais do que apenas usar frases de efeito pra demonstrar um certo nível de (pseudo) intelectualidade.
Escrever, para mim, é sentir as palavras mais do que o próprio sentimento que elas tentam traduzir. Ah, se eu completasse todos os textos, com os quais passei horas e horas a fio; se eu continuasse com aquela série que comecei em 2007, ou se concluísse aquela página onde a bruxa velha encontrou um bezouro que lhe dizia e consentia sete desejos pecaminosos...
Palavras são mágicas e trágicas, para mim. Veja bem, com uma frase mal interpretada nos vemos em apuros e caímos no desespero sem mais olhar pra trás ou prestar atenção na frase dita posteriormente. Palavras quando ditas e escritas com honestidade, comigo tem a mais irredutível confiança - e o maior dom por aqui, é interpretá-las da maneira como devem ser feitas.
Textos, frases, palavras, rascunhos... Estórias e contos.
Existe magia e tragédia e, para mim, elas não estão em nenhum tipo de arte onde com meia lata de tinta óleo e um pincel, ou meio metro de cetim e uma máquina de costura, se resolvem.
Arte é a mais pura expressão do sentimento inexistente, incompleto, insatisfatório - palavras o fazem.
W O R D S
and it's all about them.
Estava eu aqui pensando com meus botões: "É, eu devia mesmo abrir a minha mente e escrever sobre o que eu realmente queira, às vezes...", e infelizmente tenho um certo bloqueio com essas coisas de escrever o que sinto, acho limitado... Afinal, o que eu sinto, simplesmente sinto e não tenho o dever de ficar escrevendo e escrevendo até as palavras se esgotarem. É meio complicado.
Mas aí lá me ponho a me contradizer, aliás, dizer verdades que se opõem a outras verdades absolutas. Escrever faz bem pra pele, pros cabelos, pra vitalidade e pra mente. Escrever é mais do que apenas usar frases de efeito pra demonstrar um certo nível de (pseudo) intelectualidade.
Escrever, para mim, é sentir as palavras mais do que o próprio sentimento que elas tentam traduzir. Ah, se eu completasse todos os textos, com os quais passei horas e horas a fio; se eu continuasse com aquela série que comecei em 2007, ou se concluísse aquela página onde a bruxa velha encontrou um bezouro que lhe dizia e consentia sete desejos pecaminosos...
Palavras são mágicas e trágicas, para mim. Veja bem, com uma frase mal interpretada nos vemos em apuros e caímos no desespero sem mais olhar pra trás ou prestar atenção na frase dita posteriormente. Palavras quando ditas e escritas com honestidade, comigo tem a mais irredutível confiança - e o maior dom por aqui, é interpretá-las da maneira como devem ser feitas.
Textos, frases, palavras, rascunhos... Estórias e contos.
Existe magia e tragédia e, para mim, elas não estão em nenhum tipo de arte onde com meia lata de tinta óleo e um pincel, ou meio metro de cetim e uma máquina de costura, se resolvem.
Arte é a mais pura expressão do sentimento inexistente, incompleto, insatisfatório - palavras o fazem.
W O R D S
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