Acordei com a chuva batendo na janela.
Altos índices de lentidão e trânsito complicadíssimo na cidade, 118km às 13h, aproximadamente 47 pontos de alagamento distribuídos por toda a São Paulo, desabamentos, falta de eletrecidade e telefonia, ressaca do mar em Santos, deslizamentos nas estradas, e mais pessoas em regiões menos favorecidas perdem seus móveis, tapeçaria, eletrodomésticos e esperança ao ver o nível da água subir nas suas casas.
Crianças de rua se escondem debaixo dos viadutos e idosos vêem a doença se espalhar com a chuva, já acostumados com a cena. Cães e gatos se aconchegam em qualquer buraco menos úmido que encontram, e ratos e animais peçonhentos descobrem seus lugares pelos ralos e boeiros debaixo dos nossos pés.
Ao mesmo tempo que é uma "benção" em certos Estados, aqui a chuva é uma desgraça pra muita gente. O clima só faz ficar cada vez mais dificultoso para todos, um dia chove e no outro faz calor de 34º - digo literalmente, a cinco dias vejo esse zigue-zague climático.
Mas o que você tem a ver com tudo isso?
A pergunta certa é "o que todos nós temos a ver com tudo isso?". Qual a influência da raça humana na natureza? Qual o limite do nosso egocentrismo, racionais meros mortais que, ironicamente, sem pensar nas consequências, destruímos nosso lar?
É difícil pensar que ainda existam florestas, rios, e animais selvagens convivendo harmoniosamente com a natureza em qualquer canto isolado do mundo quando tudo isso acontece no nosso dia-a-dia. É uma difícil tarefa acreditar que tenhamos e soframos , de fato, influências nas mutações do planeta em que vivemos.
A calamidade natural acontece todos os dias e nós e nossas fórmulas científicas, somos os culpados.
Enquanto isso, pessoas que nem fazem idéia da culpa, sofrem e pensam que o desastre natural é obra do Diabo, e simplesmente rezam e pedem a salvação de seus lares fazendo promessas que nunca irão cumprir para um Deus que nunca salvaria metade de seus móveis.
A natureza tarda mas não falha.
Altos índices de lentidão e trânsito complicadíssimo na cidade, 118km às 13h, aproximadamente 47 pontos de alagamento distribuídos por toda a São Paulo, desabamentos, falta de eletrecidade e telefonia, ressaca do mar em Santos, deslizamentos nas estradas, e mais pessoas em regiões menos favorecidas perdem seus móveis, tapeçaria, eletrodomésticos e esperança ao ver o nível da água subir nas suas casas.
Crianças de rua se escondem debaixo dos viadutos e idosos vêem a doença se espalhar com a chuva, já acostumados com a cena. Cães e gatos se aconchegam em qualquer buraco menos úmido que encontram, e ratos e animais peçonhentos descobrem seus lugares pelos ralos e boeiros debaixo dos nossos pés.
Ao mesmo tempo que é uma "benção" em certos Estados, aqui a chuva é uma desgraça pra muita gente. O clima só faz ficar cada vez mais dificultoso para todos, um dia chove e no outro faz calor de 34º - digo literalmente, a cinco dias vejo esse zigue-zague climático.
Mas o que você tem a ver com tudo isso?
A pergunta certa é "o que todos nós temos a ver com tudo isso?". Qual a influência da raça humana na natureza? Qual o limite do nosso egocentrismo, racionais meros mortais que, ironicamente, sem pensar nas consequências, destruímos nosso lar?
É difícil pensar que ainda existam florestas, rios, e animais selvagens convivendo harmoniosamente com a natureza em qualquer canto isolado do mundo quando tudo isso acontece no nosso dia-a-dia. É uma difícil tarefa acreditar que tenhamos e soframos , de fato, influências nas mutações do planeta em que vivemos.
A calamidade natural acontece todos os dias e nós e nossas fórmulas científicas, somos os culpados.
Enquanto isso, pessoas que nem fazem idéia da culpa, sofrem e pensam que o desastre natural é obra do Diabo, e simplesmente rezam e pedem a salvação de seus lares fazendo promessas que nunca irão cumprir para um Deus que nunca salvaria metade de seus móveis.
A natureza tarda mas não falha.
