terça-feira, 21 de julho de 2009

avaliação - julho de 2009

Não concorda com críticas desconstrutivas, não aceita opinião desformulada, não atua ativamente na política da boa vizinhança.
Muitas coisas não estão alinhadas e tudo o que lhe é desconhecido, é mais instigante. Às vezes muda, sai, anda, mas sempre volta. Definitivamente gente que é gente lhe atrai, evitando, assim, todas as pessoas de mente fechada ao seu redor. Bate a porta na cara de quem não respeita o cotidiano alheio.
O mundo lhe parece um mistério e não existe meio termo. Entre tropeços aprendeu o valor de certas coisas como amizade e amor, tão cedo.
Nunca aceita que lhe digam o que deve fazer, desconfia da própria sombra e acha maravilhoso o fato de confiar sua vida, de olhos fechados, a uma única pessoa. Provas são provas e este único ser sempre lhe prova o quanto a vida valhe a pena.
Já declarou irmãos em outros Estados, amigos que não valhiam um centavo e amores fúteis e tolos. Não se arrepende, mas não acha que tenha valido o esforço.
Encontra nos momentos simples a calmaria que precisa pra continuar. Uma nuvem bonita, um raio de sol que enche os olhos de luz, uma gotícula de chuva ou o aroma de uma flor campestre; coisas da terra fazem seu espírito brilhar.
Simplicidade nas coisas simples. Não acredita que felicidade está em roupas, trabalho, dinheiro e festas; toda essa bobagem é consequência desnecessária pro dia-a-dia.
Conversa com todos, assim como seu pai lhe ensinou: todos são iguais. Não admite falsidade, egoísmo e hipocrisia. Preconceito lhe causa repulsa.
Com o tempo, concluiu que sem o amor caminhando ao seu lado, a vida não pode ser bem contemplada.
Sonha novos sonhos: uma linda família, dois cachoros de porte médio, uma estante cheia de livros literários; uma vida cercada de "sorrisos que transparecem a felicidade da alma".

Abolindo outros detalhes incitáveis, o meu resumo momentâneo de mim.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ser e Crescer


Verbo Ser

Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer.


Carlos Drummond de Andrade




Esse poema do Drummond - assim como vários outros dele - me fez pensar um pouco.
Há quem diga que para ser, basta ser um número entre as percentagens, ter uma Carteira de Identidade. Há quem diga que para ser, é necessário ter o mínimo de racionalidade e capacidade de julgar o desconhecido.
Hoje, na minha opinião, antes de tudo isso, para Ser, é preciso sentir.
Sentir a brisa leve no rosto, sentir o frio que deixa a boca ressecada, sentir a pele queimando sob o Sol de 38º e saber que está vivo.
Sentir o coração batendo forte no peito, sentir dores de cabeça depois de uma situação de tensão, sentir o ar puro encher os pulmões e saber que está vivo.
Ser e sentir as coisas da vida. Se comover com um momento ímpar, embalar a vida com uma música verdadeira e acreditar que certas coisas neste mundo são surreais de tão satisfatórias e, idealizar incorrigivelmente uma vida melhor - a utopia é um direito? deveria.
Ser, sentir e saber que é humano.
Mas e crescer? Crescer é uma outra conversa.
Brevemente, crescer pode ser muitas coisas e nada. Crescer é aprender com as experiências vividas, com os tropeços inevitáveis e fazer tudo diferente, para que os erros não se repitam. Crescer pode ser o resultado de sentir e saber que é humano.

Vivo sem tantas cobranças.
Ser, sentir e crescer sempre sem me esquecer jamais do que fui e do que me tornei.
A vida é uma possibilidade de muitas probabilidades.
A vida é um aprendizado incrível e desconcertante.

au revoir

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Estar

Ninguém disse que seria fácil tampouco rápido.
A vida é um emaranhado de situações e complicações, muitas vezes embaraçosas e decisivas. Tomar a melhor decisão talvez seja o que mais nos aflinge na maioria dessas situações, por pensar que será o veredicto final. Não, nunca é o veredicto final. Nunca está totalmente terminado.
Nossas pernas ficam fracas, o coração dispara, a cabeça quase explode e o sangue esquenta - não necessariamente nesta ordem -. Até então, começarmos a tomar atitudes impulsivamente.
Ninguém disse que seria fácil, rápido e que estaria sozinho. Ninguém.
Pra qualquer situação, decisão e efeito, você tem alguém do seu lado. Alguém que te faz continuar e independente de como as coisas giram, está do seu lado - e sempre estará.
Ninguém disse que seria descomplicado.
Apoio, estima, respeito, confiança.
Valores, crenças, origem, auto-estima.

Você não está sozinho e se depender de mim, nunca vai estar.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

greve

É, eu tô de greve disso aqui.
Acontece que escrevi um milhão e meio de textos e apaguei tudo, de novo e de novo.


Cansei!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Diluviando

Se querem mesmo saber o que me deixa sem ação, saibam que não é a tiazinha que passeia com seu cachorro vira-lata na Av. São João às cinco da manhã, tampouco uma louca dando cervejada na cara da outra. O que me deixa sem ação e reação é o momento pré, durante e pós chuva, no centro da cidade. De verdade - a chuva e o que as pessoas podem fazer quando ela vem.

Hoje lá estava eu, depois de ter pedido saída no trabalho para ir ao dentista, quando olho para o céu e vejo o Apocalipse se iniciando lá em cima. O que me deixou encafifada pra valer, foi a atitude das pessoas antes da chuva.

Vou explicar desde o começo: meu trabalho fica quase no centro e o consultório fica no final da principal rua-comércio do centro da cidade. Portanto, tive de andar um bom trecho do percurso - prefiro andar do que pegar ônibus cheio de gente fedida e feia cheirosa e bonita, para ir ali do lado - e foi nesse percurso que eu vi um pouco da atual situação da raça humana.

O céu ia ficando cada minuto mais escuro, começou um vendaval inquietante e os raios e trovões não cessavam nunca. Eu não me desesperei porque nesse planeta Terra desregulado em que vivemos, isso é absolutamente normal e a qualquer hora do dia você tem que estar preparado com a sua arca, para um dilúvio. Bom, o clima foi fechando e as pessoas começaram a ficar desorientadas feito baratas tontas.

Abre o guarda-chuva, põe e capa-de-chuva, se preocupa, segura o cabelo. Solta, prende, puxa, sacode a droga do cabelo enquanto do outro lado da rua outra pessoa corre, grita, se preocupa, abre o guarda-chuva, corre mais e prende a droga do cabelo - na ordem cronológica. Taí, outra coisa inquietante é a preocupação com a cabeleira em meio a um dilúvio. Estranho mesmo é uma pessoa se preocupar com o cabelo que vai enrolar depois da chuva ao invés de se preocupar com a casa que vai encher de água depois da chuva.

Bobeira.

Enfim, as pessoas estavam ficando estéricas e eu já não sabia se segurava a risada ao ver duas senhoras dançando com o guarda-chuva ou se parava e brincava com o cachorrinho da praça da Igreja... Ele estava meio sozinho ali, fiquei com pena - dele e de mim, por estarmos presenciando aquilo.

A chuva foi ficando mais e mais evidente e as pessoas cada vez mais loucas. Juro por Deus, parecia que o mundo ia cair, igualzinho naquele filme lá, "O dia depois de amanhã" - a diferença é que no Brasil ao invés de neve, as pessoas fritam no Sol. Era uma chuva forte, histórica.

Depois de conter os risos e resistir a dar atenção ao cachorrinho, decidi que precisava andar um pouco mais depressa - a menos que quisesse tomar um banho de chuva no meio da rua mais insuportável e cheia de gente feia movimentada e bem frequentada da cidade. Andei depressa, peguei a sombrinha emprestada, olhei no relógio. Três e quarenta e cinco da tarde, eu tinha apenas dez minutos para chegar ao extremo do centro da cidade e estava lá, sem reação frente a toda aquela bizarrice. De verdade, pensei que fosse acabar ali (o mundo, pensei que o mundo fosse acabar ali). Cheguei em oito minutos ao consultório - quase morta.

A dentista disse que eu tenho uma cárie e me deu um atestado de uma hora... Desci as escadas do prédio preocupada com a chuva... Devia estar tudo inundado e aquela altura do campeonato devia no mínimo ter botes e crianças brincando na leptospirose. O mundo já teria desabado. Mas não... Não foi isso o que aconteceu.

Na verdade eu quase caí de costas quando vi que não tinha chovido nem uma gota e que naquele momento, o céu estava azul com um incrível sombreado de final de tarde.

"Maldito aquecimento global", foi o que consegui pensar - cinco minutos depois eu me lembrei que ia acontecer de novo na próxima ameaça de chuva, afinal, isso sempre acontece nas grandes cidades. As pessoas são meio loucas por aqui.




Postado por esta que vos fala, ou escreve... dia 10/03/2009, no curto (e ótimo) período que passei no http://www.proibidoler.com que aliás, recomendo.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Desenferrujando 1

Tudo muda, fato.
É estranho ler e reler coisas que escrevi em 2007, parece que uma eternidade inteira se passou e muita coisa aconteceu.
Tá certo, muita coisa aconteceu mesmo... Nada previsto.
Há cinco anos atrás, eu ficava imaginando como seria a minha vida neste período... E não imaginei nada disso que aconteceu; não imaginei que ia trabalhar durante um ano inteiro em uma empresa megalomaníaca, tampouco que encontraria amigas de verdade nesta empresa e sair dela antes dos dezoito; não passou pela minha cabeça que encontraria o amor da minha vida tão cedo, muito menos que veria valores sendo fragmentados pela própria família, da maneira que vi. Citar tudo é bobagem, quem sabe um dia eu não escreva um livro?
A verdade é que a gente sempre faz planos pro futuro sem ter certeza dele e, sempre que faz planos, acontece tudo diferente do planejado. Um amigo me disse uma vez que a solução era não fazer planos e se jogar nas oportunidades, sem plano B, já que o mesmo acontecia com ele e sempre se decepcionou com o resultado - ele só se esqueceu que o conselho estava sendo direcionado pra mim e, querendo ou não, isso muda uma série de fatores possíveis e impossíveis.
A desvantagem de não trabalhar é exatamente essa: ficar horas pensando no passado e misturando os fatos e probabilidades. Minha avó dizia que cabeça vazia era oficina do diabo, vai ver isso é verdade mesmo, e cada vez que ficamos desocupados, com a companhia do ócio, descobrimos coisas demais sobre nós mesmos antes do tempo.
Não que ficar desocupada só traga desvantagem, afinal, quem mais veria o pôr-do-sol do centro da cidade, em plena segunda-feira, daqui do terceiro andar, a não ser eu? Quem veria sessão da tarde em uma quarta-feira e ouviria os CD's preferidos a toda altura, em um dia chuvoso de inverno, a não ser eu? Depois de tudo o que aconteceu, no meu caso, estes são privilégios do seguro-desemprego apenas... Mas não posso discordar: descansar depois de todo esse tempo é recompensador.
Não pensei em um plano B, fiz um pacto com a felicidade.
Também não estou de mãos atadas, tampouco vencida pelo cansaço. Tenho chances e momentos certos e aproveitá-los é tudo o que posso fazer no momento.

sábado, 4 de julho de 2009

paz

quinta-feira, 2 de julho de 2009

GET BACK

Voltei pra civiliação (internet de volta).
O LBC voltou.



Aqui jaz uma sede imensa de palavras!

WAKE UP

Qualquer tipo de mudança real leva mais tempo e dá mais trabalho do que mudar os canais de sua TV.

A galera tá viajando nessa de ser livre. Todo mundo ansiando uma coisa que existe para poucos.
Liberta-te de ti mesmo, antes de tudo.
Sempre fui a favor de defender aquilo que quero, com unhas e dentes; sempre defendi um objetivo mais do que coleguismos (amizade existe para poucos, também). O que nunca me agradou foi a criançada crescida cagando e andando pro que acontece no mundo, sem consciência e ética, se atirando na vida sem refletir sobre nada além de seu egocentrismo.
Falso moralismo e ideais sem sentido compatíveis, mostram o quão estúpida essa juventude está sendo e a velocidade com que as coisas se afundam.
Ninguém liga pra mais nada.
E a mudança?


Ps.: vale lembrar que este é um blog pessoal.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Ansiedade repentina.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

É tão difícil perceber?





Engolir a palavras não faz bem, mas neste momento até parece o mais sensato a se fazer.
(des)motivação.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O ciclo vicioso faz com que mudanças aconteçam, e no meu caso elas são positivas. Descobri que fases são apenas fases e, ainda que atitudes e conceitos se complementem, nada do passado se altera na memória.
Respeitar o diferenciado não é desafio nenhum por aqui.
Hipocrisia nunca me agradou e a evolução parte de cada um.




Sinto falta de escrever. Montar portifólio ou criar pastas cheias de textos no computador não substitui o velho hábito de escrever aqui de madrugada quando der vontade... Ô complicação.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Continuo não gostando de quando isso aqui se torna o jornal da manhã de alguns.
Algumas coisas continuam me desagradando, assim como era.
Atitudes mudam; conceitos, não.
Espero que nada se altere e se torne desnecessário.
Gente chata e sem graça ainda me desinteressa.
Tem coisas que a gente simplesmente não faz questão e não muda.


Sumida, bem.
Adiós.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Depende

As vezes sinto saudades daqui, as vezes não sinto.



É muito relativo.
Escrever sobre detalhes da mente faz com que algumas coisas aconteçam - e na maioria das vezes, elas não são tão desejadas assim.



Ampliar horizontes em função do bem estar.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

reconstruir?

Tudo aqui é tão meu que nem sei dizer. Aquilo que me sufocou, prendeu, angustiou, confrontou e desfibrilou, se perde no espaço/tempo que fica entre um adeus e outro.
As paredes camomila não falam. O guarda-roupas de mogno não fala. O espelho velho não mente: consta um emaranhado de incertezas e decisões no reflexo, mil vezes por dia.
Em breve serão apenas lembranças que também se perderão no tempo.
Destruir e reconstruir paredes.
Renovar uma vida e transformar em vinho toda essa água suja a minha volta.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

250 postagens

Tantas frases sem fim, filosofia circular ♪

Em 2007 fiz esse Blog com o intuito de escrever para mim. Única e exclusivamente.
Incrível que funciona.
Lê quem quer. Reclama quem quer.
Elogia quem acha que deve.

Ninguém aqui é forçado a nada.
Escrevo porque me faz bem - e porque não faz sentido pensar tanto e não me expressar.
Expresso minha raiva, angústia, decepção, alegria, amor.
Expresso meus pensamentos e sentimentos em palavras nem sempre publicadas aqui.
Palavras são para sempre.


(não é grande coisa mas pra quem duvidou que o primeiro texto seria único, é algo significante)

Viva La (...) ?

Aceitamos. Nos rendemos. Fingimos que nos faz bem viver em um mundo que não nos pertence.
Não.
Não aceito e não me rendo. Parece que o Sol gira em torno da Terra. As coisas se complicam e ninguém faz nada.
Alguns nascem com a mesma frequência que outros morrem, e o Sol ainda parece girar em perfeita sintonia com a Terra.
Descobriu-se então que a Terra nada mais era que um entre nove planetas a girar em torno do Sol.
Existe algo mais e ninguém parece ver. Não falo de religião ou política, falo de realidade. Pés no chão.
É preciso fazer a diferença em alguns momentos e por incrível que pareça, a maioria não sabe diferenciar uma coisa da outra e, ainda é como se a Terra fosse o centro do Universo

segunda-feira, 30 de março de 2009

bad day

Tosse. Tontura. Falta de ar. Calafrios.
O cansaço e a indisposição transformam a paciência em resistência.
Descaso.
Desistência.
Tanto faz, às 16h da tarde.
Às 19h tudo piora. Sempre piora.
O andar devagar dispensa diagnósticos. Resolver ir de ônibus talvez fosse a melhor opção.
Foda-se. Quem liga pras opções? Até pegaria um táxi.
Mas não. Não é necessário.
Chegada. Espera. Febre.
Treze pacientes na espera e dois incompetentes no atendimento.
Os olhos lacrimejam sem querer água fervente.
Frente ao cérebro que quase explode a cada sopro contraditório, tossir é desconcertante.
Mais espera.
(...)
Um dia me chamam.
(...)
Tylenol. Desligo o aparelho de inalação, coisa inútil. Só faz barulho irritante.
(...)
Tira a chapa. Entrega o Raio-X ao "Doutor".
- Os piercings não saem mesmo.
- Tá.
(...)
- Acho que você tem bronquite...
- Você ACHA que tenho bronquite, ou eu realmente TENHO bronquite?
- É, você tem bronquite.
(...)
Três remédios que de nada servirão.
Indignação.
Dez da noite e o ônibus não passa.
Segunda-feira.

sexta-feira, 27 de março de 2009

válvula de escape

Hoje fiquei irritada na aula de Matemática.
Devo ter escrito três páginas de versos estagnados em minha própria loucura.
Acontece que me irrita o fato de velhas fracassadas darem aula em escolas onde ninguém cobra nada de ninguém, então ninguém faz absolutamente nada e engole o que lhes ordenam.
Velhas chatas que estão ali pra cumprir um horário escolar, como se estivessem a passeio e todos ali fossem micro-bactérias incondicionais e imorais seres desprovidos de massa cinzenta.
Hoje me desencantei com os numerais e me encantei mais com a poesia, a literatura, o falado, o audível e ensurdecedor. Me perdi em devaneios ao olhar uma folha de jornal bailar no ar e me desconcentrei com o reflexo da janela.
Mais do que nunca não sei o que quero pro meu futuro - além de uma família? -, mas sei o que não quero. Sei que teto de vidro não me agrada, usuários de máscaras não me agradam e defensores de falsa-imagem me agradam menos ainda.
Patética dialética falida. Niguém entende nada. Tudo é em vão.
Hoje declaro-me mais do que nunca, eterna defensora das palavras e suas incríveis possibilidades. Minha válvula de escape para todos os momentos da minha vida - minha e de milhares de pessoas.