sexta-feira, 31 de outubro de 2008

crash and burn (girl)

you sould have a sticker on you
saying warning keep out

crash and burn girl, going down
you don't mind the fall untill
your face hits the ground.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Idiota e Meio

Sempre que me deparo com a visão extraordinária de qualquer ser humano se passando pelo ridículo, não contenho a risada. Eu não sei se isto é bom ou ruim, mas sei que a risada é inevitável.
As pessoas que costumavam ser idiotas, hoje se passam por fortes e experientes, afirmando coisas absurdas como se as experiências patéticas delas as tivessem mostrado uma nova perspectiva de vida. Claro, isso é bem possível, visto que alguns não tinham perspectiva de vida alguma...
Quando uso o termo idiota, quero dizer patético, ridículo, falso ou forçado. Idiota é aquele que tenta impressionar alguém com as roupas ou com performance sexual, da mesma maneira que aquele que surpreende com o limite do cartão de crédito ou com um celular iPhone 3G, também é.
Ter cérebro grande nessas horas também não é de muita valhia, quer dizer, você pode ter um crânio enorme mas se seu cérebro é meio inativo, meu caro... desiste.

Eu realmente acho que ser um imbecil ou não, de forma alguma está ligado ao fato de pessoas próximas também serem imbecis, ou não. De forma alguma a criação influencia em atitudes falhas e em estilo de vida. Cada um é cada um. Cada um é um indivíduo capaz de pensar sozinho e tirar suas próprias conclusões sozinho, sem se deixar influenciar por seres a sua volta, independente de ter sido criado ou estar rodeado por imbecis.
A vida é explêndida aos olhos de cada um. Mas fazer o quê se para alguns felicidade é ter em mãos um cartão de crédito, um iPhone 3G ou impressionar com roupas e performance sexual, ao invés de impressionar com performance intelectual, não é mesmo?


Eu vou ficar louquinha um dia de tanto me intrigar com a espécie humana.
Nessas horas, cães são mais fiéis e confiáveis e lontras são mais inteligentes. Fazer o quê, não é mesmo?

(É, eu voltei. Eu sempre volto)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Flávia, a estranha.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Verdade Individual

41 - Perante nós mesmo devemos prestar contas para demonstrar que nascemos para a independência e para o comando. E devemos fazê-lo em tempo. A essas provas não devemos fugir, conquanto sejam talvez o jogo mais perigoso que se pode jogar e embora sejam apenas provas de que somos únicas testemunhas e de que mais ninguém é juiz. Para não se ficar preso a uma pessoa, mesmo que seja a mais amada, pois toda pessoa é uma prisão e também um recanto. Jamais ficar preso a uma pátria, mesmo que se trate da mais sofredora e da mais carente de ajuda. Pois é mais fácil desligar o coração de uma pátria vitoriosa. Não se ficar preso a um sentimento de piedade, mesmo que ele se dirija a homens superiores, cujo martírio e desamparo o acaso nos deixou observar. Não se ficar preso a uma ciência, por mais sedutora que se nos apresente, com achados preciosos que parecem reservados precisamente para nós. Não se ficar preso ao próprio desprendimento, a essa distância e alheamento voluptuosos da ave que foge sempre mais alto, para poder vislumbrar sob si um panorama cada vez maior. Cuidado com perigo do que voa. Não se ficar preso às próprias virtudes e ser vítima, por completo, de uma das nossas singularidades, como da nossa "hospitalidade". Assim é o perigo dos perigos nas almas nobres e ricas que se dissipam com prodigalidade e quase com indiferença, e desenvolvem até ao vício a virtude da liberalidade. Necessário é saber reservar-se. A prova mais forte da independência é exatamente esta.


Para Além do Bem e do Mal, prelúdio a uma filosofia do futuro
Friedrich Nietzsche

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Em Breve

É, foi isso. Perdi o tesão que tinha em escrever (ainda que fosse qualquer baboseira clichê).
Eu simplesmente perdi o tesão pelo blog e por essas coisas.
Não tenho inspiração, cara. Não tenho mesmo.
A gente só consegue escrever quando se sente mal, precisa colocar a razão em ordem e então tem muita, muita inspiração. Muito, muito sobre o que escrever.
Eu até procuro, lá no fundo do fundo do fundo da coragem mas eu páro e penso: não, não vou escrever sobre isso. Então eu deixo pra lá.
Deixando pra lá e vivendo bem.
Vivendo bem entre uma cerveja e outra, uma discussão infundada e outra, um filme e outro.
Estou bem, até.
Talvez o atraso esteja aqui, na minha mente. Talvez não haja atraso algum, deve ser tudo psicológico mesmo... Tanto faz. Não importa.
Não devia importar mas... Eu sei que importa.
Acho que estou dedicando mais do meu tempo para mim. 
Sendo esta a maldita chave para a solução do meu atraso, lá vou eu e, desta vez, afirmo que só preciso deste blog quando estou sem palavras, sem ação ou reação e preciso me expressar de alguma forma (não acho interessante falar sobre meu dia-a-dia, a coisa toda fica entediante).
Tanto faz mesmo... Tanto faz.
Volto em breve, esses momentos sempre voltam mesmo.
Até lá, cretinos.



Atenciosamente,
Diamond G.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cansada demais pra discussões utópicas.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

i need a freak

É, é disso que eu preciso.
Preciso ser menos responsável, menos chata, menos velha. Preciso fazer mais coisas sem pensar, preciso fazer mais amigos bebendo, preciso de uns lugares estranhos, preciso de algo novo.
Talvez eu realmente deva ser menos responsável, quer dizer, tenho minhas coisas, tenho meu trabalho, tenho a escola mas... parece que não tenho dezessete anos, parece que tenho trinta e sete. Me sinto velha às vezes. Talvez seja o momento... mas, pensando bem, um momento de seis meses é meio longo...
Não sei, preciso de um momento de loucura. Talvez precise mesmo perder as estribeiras, perder a noção, perder a razão.
É a tal teoria do caos¹ e, preciso de uma total destruição agora.
Pessoas, situações, esquecimento. Esqueço que tenho dezessete anos, oitenta por cento do meu tempo. Ainda falta tempo pra decidir o que eu quero da vida, falta tempo pra assumir algumas responsabilidades e, eu devia aproveitar enquanto posso.
Me sentir velha por dentro não é legal. Ser responsável as vezes é legal mas... ser responsável o tempo inteiro é chato.
Preciso de mais irresponsabilidade... ninguém entende (as vezes até pensam que tenho mais que dezessete, mas eu não quero isso sempre), absolutamente ninguém.
E nem vai entender.
Deixa pra lá.
I need a freak every day and every night.
¹; há ordem na desordem e desordem na ordem.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Dezessete

Pois é, sou obrigada a concordar que parece que foi ontem que estavam me dando uma festa surpresa e eu super feliz por fazer dezesseis anos.
Eis que o dia 8 de Outubro até já se foi e estou aqui, com dezessete anos nas costas (vamos fingir que é um peso incomparável e inconfundível de quem tem dezessete anos).
Os dias passam rápido demais, os meses passam rápido demais e quando percebo, mais um ano se passou e frente à isso, de mãos atadas, não posso fazer absolutamente nada. Apenas assistir.
É como diz aquela propaganda de um tal veículo aí: "O tempo é igual para todos, o que importa é o que você faz com ele", e veja então uma das grandes verdades.
Todos nós temos o poder de decidir o que vamos fazer com nosso tempo. São nossas únicas e exclusivas escolhas, podendo assim, optar por ocupar o tempo com algo que nos agrade, ou enganar todos à nossa volta fingindo que somos ocupados o suficiente para que não sobre tempo vago quando na verdade, não sabemos o que fazer com tanto tempo e acabamos por fazer tudo ao mesmo tempo.
O tempo é igual para todos. Os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses e os anos são únicos e imutáveis. Torná-los inesquecíveis ou indiferentes depende única e exclusivamente de nós.
O meu tempo? Mal vi dois mil e sete acabar, mal vi dois mil e oito passar e cá estou novamente, falando sobre minha velhice precoce e já sentindo falta do que está por vir.

Dezessete, agora faltam 364 dias e logo menos estou aqui novamente, contando sobre como será ter dezoito anos em dois mil e nove... ah, os dezoito.

domingo, 5 de outubro de 2008

Rain

Talvez seja apenas um conjunto de belas palavras somadas com a suposta convicção e certeza da ordem dos fatos.
Talvez não seja nada. Talvez não seja.
Talvez seja hora de esquecer as somas de belas palavras e relevar a convicção, visto que a certeza dos fatos não existe.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

VMB

Pra ser o artista mais requisitado do ano e ganhar mais prêmios aqui, deve-se ser emo e estar em uma banda de moleques. 
Nada de reconhecimento por uma banda que tem boas influências (além dos Beatles, o grande clichê), nada de glória para uma garota que toca gaita e violão (ainda que ela não seja lá essa coisa toda, vamos combinar que é mais agradável que uma banda de emos moleques) e nada de troféu pra tiazinha gordinha mega sem graça do Bonde do Rolê (heheheh).
Sobre a bandinha do  Junior,  das duas uma: ou eles arrumam um vocalista de verdade,  ou o Junior pode voltar a cantar "Splish Splash" com a Sandy porque essa sim, é mais rebelde.
Hoje em dia, acredite se quiser mas, o show de uma banda de emos gaúchos com uma dupla sertaneja consegue ser mais incrível que o show de uma banda gringa super requisitada da qual, o vocalista cai do palco e o show é regado à muitas vaias e playback.
A parte do show da bandinha de eletro-funk-alternativo-rock-pop-clash-disco-cariocation-falsification-whatever, a gente pula  (é a tal da vergonha alheia).
Convenhamos que por incrível que pareça, uma cantora de rock baiana realmente provou que tempo faz diferença, quer dizer, ela que antes usava calças largas e cinto de rebite hoje, usa mini-saia e fez tatuagem de uma quase cinta-liga... ou sei lá.
Mas o mais interessante são as piadas combinadas do apresentador e o gran finalle: a Mtv sugando furfles feelings até o final, na voz dos mesmos artistas de todos os anos.

Se bem que o Adnet representou legal... ah, não sei.
Ainda estou pasma...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Fim

"Mas o mais fantástico era a nossa pedreira de gipsita. Um buraco gigantesco no meio da mata. Quase um quilômetro de comprimento por 200 metros de largura e cerca de 100 metros de profundidade. Paredes verticais. Em baixo, no fundo, era agradável, não havia vento. E nasciam plantas que não víamos em nenhum outro lugar. Esse vale das maravilhas era cortado por riachos cristalinos, cascatas brotavam da muralha. A água escura enferrujava as rochas brancas. O chão estava coberto de pedaços de pedra branca que pareciam ossos de animais pré-históricos... se não fossem de fato ossos de mamute. Escavadoras gigantes e os tratores que durante toda a semana faziam uma confusão geral pareciam, no domingo, imóveis e silenciosos há séculos. A gipsita os vestira de branco.
Ficávamos absolutamente isolados. Separados do mundo externo por abruptas muralhas brancas. Nenhum som chegava até nós. Não ouvíamos nenhum barulho a não ser o das cascatas.
Decidimos comprar a pedreira no dia em que ela não estivesse mais sendo explorada. Nós nos instalaríamos no fundo. Construiríamos cabanas, plantaríamos um imenso jardim, criaríamos animais. E dinamitaríamos o único caminho que leva à superfície.

De qualquer forma, não tínhamos nenhuma vontade de voltar lá para cima."

Christiane Vera F.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

all you need is

2) Falar. 3) Calar. 1) Ser. 6) Deixar. 4) Silenciar. 5) Gritar. 
Deixar de ser.
Deixar de falar.
Deixar de calar.
Deixar de silenciar.
Deixar de gritar.
Deixar pra lá.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Lunática? Que Se Dane!

Apesar de achar que sites de relacionamento são tão estúpidos quanto as pessoas que os frequentam, sou uma frequentadora assumidamente ativa.
Nunca fui de gostar de orkut e suas ferramentas esquisitas que tentam nos prender mais a atenção mas, tenho de admitir que o bem mais valioso que mata algo que nos mata, é proveitoso.
A privacidade em prol da curiosidade. 
Não importa, mas as pessoas adoram divulgar histórias idiotas sobre o dia em que pegou fulano ou quase pegou ciclana, e sempre vão adorar. Independente do quanto elas concordem comigo, ou não. Independente do quão hipócritas elas vêm sendo, concordando com tudo o que digo, ou não.
Tanto faz, tanto faz, tanto faz... nunca fiz questão de explicações e, além do mais, essas coisas me fazem rir.
As pessoas pensam que eu não sei das coisas e quando acham que sei, acham que sei tudo devido o tal site de relacionamentos, tsc.
Deixa estar, uma hora o jogo vira. 

"Lunático, que se dane!
Sou eu que tô pagando.
Lunático, que se dane!
Sou eu que tô virando."

Captain of my life, i guess so...

Libertade Contratada

Pessoas são livres. 
Frente à isso apenas posso declarar minha insatisfação em ter virado mais uma escrava de algo que tenho perdido a admiração, o trabalho.
São regras e regulamentos absurdos dos quais eu jamais concordaria e agora, devido uma série de benefícios que deveriam ser entregues à todos com ou sem autorização prévia de empresa alguma, me vejo presa em algo que odeio.
Quero a solução. Mas eu quero rápido.

Tanto faz, não estou razoavelmente boa com as palavras hoje.

domingo, 28 de setembro de 2008

Perda de Tempo

Achei bem interessante a discussão que tive com meu namorado hoje sobre o quanto textos descritivos acrescentam na vida das pessoas: nada.
O indivíduo x pode contar todo o seu dia, passo-a-passo desde o primeiro ato mas, ele, de fato, nunca vai mudar algo na vida de alguém contando sobre como fez sua caminhada diária ou sobre como olhou fixamente para os olhos de seu chefe após dizer que estava satisfeito com o trabalho.
São coisas óbvias que chegam a ser sem sentido que, em um conjunto de palavras bonitas se tornam somente um pouco menos óbvias - apenas por requerer uma certa atenção redobrada na interpretação deste - e desinteressantes.
Algumas pessoas gostam de se enganar com o que escrevem e outras gostam de se enganar com o que lêem, ficando assim, igualmente satisfeitas por achar que estão dando utilidade à seus cérebros.
Não sei mas, creio eu que as coisas estão bem acomodadas.
Indivíduo x propõe algo aparentemente brilhante para indivíduo y e, este, aceita suas idéias, apenas pelo conforto de que aparentemente a idéia é brilhante (devido a utilização de um conjunto de palavras bonitas), sem pensar que na prática ela pode ser totalmente falha.
Visto que não é necessário ser completamente redundante para impressionar, concluo que fui totalmente redundante neste texto e que, ser sempre assim pra impressionar alguém, deve ser, além de tedioso, cansativo.
Resumindo: ser um idiota para impressionar outros idiotas, é perda de tempo.
E por aí vai.
Mas é como minha avó dizia: o que importa é ter saúde...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ação e Reação

Sobre as coisas que me chamam a atenção, eu não tenho nada a dizer.
As coisas estão meio repetitivas. Tudo se repete. 
Músicas, filmes, roupas, atitudes e até mesmo conceitos. É sobre aquela velha história de se espelhar ou inspirar em alguém. Para uma velha desculpa, até que funciona bem.
Quer dizer, hoje em dia, falar sobre algo idiota vale mais que o próprio silêncio. As pessoas precisam quebrar o gelo sempre, pra que no final das contas não se sintam como realmente são (a necessidade de usar adjetivos pejorativos sobre as pessoas foi aniquilada, só por hoje). 
Inovar, reinventar e ser alguém hoje em dia, é complicado. Das duas, uma: ou você é idiota por se interessar por todo e qualquer assunto oposto ao da maioria, ou você é um idiota porque obviamente, sempre vai existir alguém melhor ou alguém pra fazer você se sentir apenas um peso na Terra e nada mais.
Creio eu que tudo isso depende do ponto de vista. 
Depende da maneira que você reage ao mundo.
Das duas, uma: ou você é um idiota por ainda discutir com pessoas que se opõem ao seu interesse, ou você é um idiota porque sabe que ainda que existam pessoas relativamente mais bem sucedidas intelectualmente, você tem seu jeito ímpar de fazer alguma diferença na Terra  (e na sua vida, visto que a opinião de que mais vale, referente a isso, é a sua própria opinião) e nada mais.
Paradoxos são mera coincidência hoje em dia.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Um Brinde à Vocês

O interesse pelo meu passado despertou quando me lembraram do fotolog e de suas fotos antigas, hoje.
Eu era esquisita... tá, não literalmente esquisita... só esquisita.
Jeitinho hipócrita de quem reclama demais sem motivo e de quem dá muito valor ao que tem, quer dizer, expor o que se tem para o mundo não é de grande valhia.
Eu usava bastante o adjetivo "podre". Durante bons meses fiquei inconformada com a sociedade e era o adjetivo mais sincero que eu podia usar.
Dependendo do momento, em um post eu estava feliz e no outro mandava todo mundo tomar em seus respectivos orifícios anais. Heh.
Dependendo da foto eu estava estupidamente linda ou estupidamente horrível, ou podre.
Outra coisa que notei, foi o grande valor que eu dava às pessoas, sem me importar com reciprocidade ou whateverwhat. Eu adorava que todos soubessem quem eram os melhores amigos e quando eu tinha um inimigo (se é que é possível ter inimigos com 15 anos).
Bom, ao menos houve um progresso notável. Ainda que eu seja taxada de chata e autoritária algumas vezes, por pessoas estúpidas e nada mais nada menos que podres, houve um progresso incrivelmente significativo.

Assumo: Fui esquisita e hipócrita. Hoje,me julgo uma pessoa melhor. Ter seus próprios conceitos e ter segurança do que se está falando - tratando-se de seus próprios conceitos -, é encantador.
Isso tudo depende do momento, quer dizer, quem diria que eu, há um ano e meio atrás ia gostar tanto de filmes? Ninguém. 
E quem diria que depois de muitas voltas e revoltas, de me perder e encontrar umas vinte e cinco vezes, eu realmente iria me encontrar? Ninguém.
Mas quem diria que eu sabia o que estava dizendo e apenas não soube me expressar? Eu, eu diria isso. Não me arrependo da maioria das coisas.
Arrependimentos são sobre coisas ditas apenas, não feitas. 
O pra sempre, sempre acaba.


Cretinos, por quê diabos vocês fazem tanta falta em 2008?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Help

Cara, acelerador de partículas? Vamos todos morrer, é sério.
Os caras vão descobrir a origem de tudo mas depois serão engolidos por um buraco negro junto com todo o resto do mundo.
Estou alarmada, é sério demais isso.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

"no one no idea no one"

Pensei em mais de mil assuntos. Pensei em mais de mil coisas para contar ou dissertar sobre.
Ultimamente tenho pensado demais e chegado a lugar algum. Consequências? A perda de tempo, oras.
Tempo hoje em dia é precioso demais. Pessoas passam o tempo se dedicando as coisas fúteis da vida.
Estudo, trabalho, felicidade? Não, ninguém aqui falou de felicidade.
As pessoas estão despreocupadas com a felicidade. Focadas em seus próprios objetivos fúteis e egoístas, se esquecem do principal gerador do egoísmo: a própria felicidade.
Ainda que seja o adjetivo mais egoísta que alguém pode usar - e deixa a explicação da ligação egoísmo/felicidade para um outro dia -, ser feliz não é muito comum hoje em dia. 
Se organizar dá trabalho, cumprir promessas por obrigação é entediante e sorrir por interesse é estressante. Trabalho, obrigação e interesse: una-os e obtenha a chave para alcançar o egoísmo e seus incríveis resultados em seu cotidiano.
Não sei, está tarde demais pra contrariar o meu cotidiano.

Pensei, pensei, pensei e novamente cheguei a lugar algum. Dissertar sobre o meu dia, fazer uma conclusão sobre e tirar um incrível aprendizado dele não é muito comum por aqui. Sou egoísta e os detalhes e aprendizados são meus, ainda que eu não os mantenha intactos por mais de dez minutos.
Só eu sei o que se passa aqui. Só eu.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Falsidade Ideológica

Hoje em dia vemos de tudo: pais esquartejando filhos, filhas matando os pais, namorados árabes  esquartejando namoradas inglesas, chineses modernos, ex-cantores de forró virando políticos, ladrão roubando ladrão, etc. O que não nos perguntamos é o motivo de tanta bizarrice.
O cúmulo das coisas bizarras acontece no nosso dia-a-dia e quase não nos damos conta disso.
Gente esquisita criticando gente esquisita, sem o mínimo senso de autocrítica.
Me deparo com pessoas assim quase toda hora e estou quase  me acostumando, visto que, ainda que eu me negue a participar desta brincadeira e seja desfavorecida pelo puxa-saquismo, me oferece boas gargalhadas. 
Mas nem tudo é um mar de rosas e nem todos os momentos são gargalhadas. Tem horas que parece não dar para suportar mas, pela amizade forçada pela situação/oportunidade a gente aguenta.
Uma das coisas mais estranhas sobre conviver com pessoas interesseiras é a atitude de alguns indivíduos em relação à outros: é a mesma.
Pessoas começam a falar de pessoas gerando uma igualdade forçada pela realidade.
Aprenda e entenda que a única realidade é a sua e a única verdade é a sua mente longe de mentes que gostam de divulgar suas críticas.
Línguas afiadas demais tendem a depravação e espontaniedade exagerada tende à falsidade ideológica, compreende? Ninguém veio aqui  à passeio e existem pessoas dispostas à ir ao inferno pra conseguir o que querem. 
Porque meu caro, de boas intenções o inferno está cheio.

Mas eu tenho certeza que um dia escrevo textos razoavelmente menos chatos sobre a crise agropecuária ou sobre a economia externa. Enquanto isso vou me virando com o Blogspot no anonimato, quebrando um galho (provisoriamente) pro 2º ano do Ensino Médio.