segunda-feira, 24 de março de 2008

muralhas


Sei que me arrependo de todas as coisas ruins que fiz e que afetaram outras pessoas mas, chega de pagar pelo pecado, né?
Eu bem queria voltar atrás, e ter sido um pouco menos má. Minhas palavras me surpreendem até hoje.
Eu queria que a vida fosse um mar de rosas e que com um estalar de dedos, tudo poderia estar resolvido. Queria ser uma "impenetrável muralha", uma "fotaleza de indiferença"; bem, pouco me importa o nome disso... Mas ninguém é assim.
Eu queria ser menos impulsiva, um pouquinho mais racional e compreensiva. Mas ninguém é assim.
Na verdade, deve estar pra nascer alguém que me compreenda como eu gostaria que fosse compreendida (não que eu não tenha conhecido ninguém que compreenda mas, é complicado).
Eu sempre precisei compreender primeiro, sempre tive que compreender primeiro.
São só anotações... bilhetes... recadinhos em cima da mesa. Não são importantes. Não terão importância alguma.
Aí de repente me lembro que construo as muralhas e as derrubo, constantemente. Mas, nesses últimos meses eu construí uma muralha relativamente forte e, só algo de força equivalente pode derrubá-la.
O que fazer quando algo ameaça sua muralha?
Desabar? Demolí-la primeiro para diminuir os efeitos? Que nada!
Guarde tudo para você, não perca tempo com sentimentalismos (falso ou não, é sentimentalismo), escute uma música canalha e sempre pense positivamente.
Isso tudo apenas adiará as coisas.

domingo, 23 de março de 2008

rafinha s2

MANO! EU FALEI QUE O RAFINHA DELICINHA ÍA PRA FINAL! EU FALEI
Agora galera da massa pobre desse nosso Brasilzão, sigam meu conselho: estourem o limite da conta telefonica, com a internet discada!
E, galera da massa classe média e burra: façam como esta falida que vos falam, e estourem o limite da sua paciência votando naquele site lá, pro nosso Rafinha ganhar o BigBrother!
E... Quanto ao pessoal rico, meus parabéns! Alguns de vocês podem não ter cérebro, mas tem dinheiro pra gastar enquanto a gente tá perdendo nosso tempo com um programa estratégico que funciona muito bem há oito anos em um canal da TV aberta.

MAIS VAMO LÁ RAFINHAAAAAAAAAAAA ♥♥♥

Irritação e Páscoa

Cara, eu odeio quando as pessoas se aproximam de mim por interesse.
No começo, elas se aproximam porque...sei lá, nem me conhecem mesmo...
Mas depois, gostam do que começaram a conhecer e se aproximam mais...só pelo interesse. Aí, elas sugam tudo de mim. Sugam meu gosto musical, minha maneira de falar, meus amigos, minhas piadas, minhas brincadeiras estúpidas, meu jeito de agir e pensar, minha paciência e meu afeto.
Depois elas simplesmente somem, e me deixam aqui sem saber motivos. Como se a culpa fosse realmente minha.
Aí, eu fico toda nervosa com essa espécie e venho aqui escrever sobre. Encher meu blog de abobrinhas, mais abobrinhas!
Ora, pro inferno!

Vou ver se começo a escrever sobre as coisas que eu gosto, ao invés de coisas que me irritam.
E eu não aguento mais chocolates.
"Papai do Céu, nesta Páscoa eu vim aqui na Igreja te agradecer por esta data. A Pascoa é mais gostosa que o Natal, Papai do Céu. E obrigado por este ano os preços dos chocolates estarem cada vez mais altos porque dessa maneira, meus bolsos se enchem mais e mais de dinheiro, não é mesmo Papai do Céu? E que eu sempre possa vender mais e mais ovos de Pascoa! Obrigado Papai do Céu."
Obrigada Papai do Céu, pela data comercializada mais gostosa de todas.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Admirável

Esta semana, após ler a minha Rolling Stone deste mês, me surpreendi. Uma matéria em especial me chamou a atenção. Bem, foi meu único motivo de interesse nesta edição, mas isto não importa.
A matéria é sobre Vinicius, o Yoñlu. Eu não conhecia sua história e, me parece que muita gente, assim como eu, conheceu-o através de recentes matérias em revistas (algumas não confiáveis e sensasionalistas, como disse sua amiga em um tópico de uma comunidade no Orkut).
O garoto era um gênio. Um gênio adolescente com um gosto musical surpreendente e muito talento. Fazia suas próprias músicas, influenciadas por bandas como Radiohead, até Caetano Veloso.
Inteligente e adorado por todos, porém com problemas que não são de nossa conta, decidiu por um ponto final em sua vida, em 26 de julho de 2006. Vinicius teve seus motivos, e cabe a mim e a todos que o admiram, respeitar isto.
Bom, após ler várias vezes a matéria, fiquei encantada com este garoto e tive acesso a suas músicas. Baixei a maioria e estou ouvindo-as pela terceira vez consecutiva.
O fato é que a cada segundo de cada faixa, eu me encanto mais com suas melodias, letras e voz. E, recomendo estas preciosidades a todos que se interessarem.
Yoñlu merece nosso respeito, admiração e gratificação, por ter nos deixado esta incrível e excelente herança musical.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Uma semana, ein?
Aliás, uma semana e uns dois dias.
Quero sumir. Quero muitas coisas ao mesmo tempo, o que me faz querer sumir.
Minha vida tá um pouco louca, preciso ver isso aí.
Não sei sobre o que falar.
Ah, já sei. Vou falar sobre aquele filme lá, "as virgens suicidas" que eu assisti hoje. Mas, ah...bom, deixa pra lá. Não vou falar sobre nada.

Estou me esforçando. Eu juro que estou!

segunda-feira, 10 de março de 2008

sussa demais

Cara, eu to sussa. Eu to sussa demais!
Quem me conhece, diz que eu não estou falando a verdade mas, é isso. De verdade, eu to sussa pela primeira vez.
Quem me conhece, diz que eu escondo as coisas pra proteger meu orgulho mas, eu não ligo mais.
Eu meio que, me libertei daquilo que me prendia e agora, só o que me faz bem me interessa. Estranho, né? Bem, não mais estranho. Diria que, inusitado, vindo de mim.
Não é que eu me tornei imune a exposição, orgulho ou qualquer falsa demonstração de afeto. Eu só aprendi a reagir a isso, quase que automaticamente. Uma hora eu tinha que aprender, não é mesmo?
Aquele medo, agora é indiferença.
Não é que a indiferença seja mais fácil. A indiferença só foi moldada por outros, com o tempo.
Agora sou assim, cuido do que vem pro meu bem. Descarto o que hipotéticamente me faria mal.
Agora meus segredos, são meus. Minhas intrigas, são minhas temporariamente. Minhas paixõezinhas e rivais momentaneos, são meus e só devo explicação a eu mesma.
Gosto das companhias mas, quando as pessoas passam a duvidar do que sou e começam a criticar o que não conhecem, agora ganham minha desaprovação e descem degraus, ficando cada vez mais distantes da minha admiração.
Cada um, precisa ser cada um. E as pessoas precisam aprender isso. Cada pessoa tem seu jeito, de ser e de resolver as coisas, seu jeito único em relação a cada detalhe de sua vida. E quando uma pessoa sabe o que isso significa, ganha minha amizade e possível admiração.
Agora sou mais seletiva.
Não que isso seja importante.

domingo, 9 de março de 2008

Só por via das dúvidas...já mencionei que odeio quando saem por aí falando de mim? Falando do que eu faço, o que falo e o que não faço e não falo.
É uma das poucas coisas que me incomodam porque, a sensação de uma pessoa péssima falando da sua vida e criticando-a é, péssima.
Não sei, um pouquinho mais de respeito e de saber definir o que deve ser guardado ou espalhado, ajudaria.
Mas tudo bem. Enquanto não me irritar realmente, eu não ligo tanto assim.

Meus dias tem passado rápido demais e, manhã, tarde e noite, parecem tão distantes.
De manhã, o dia tá de um jeito. A tarde, o dia já está de outro jeito. A noite, já tá completamente diferente. Parecem anos, anos que passam rápido demais.

quinta-feira, 6 de março de 2008

O Gato

Daí que meu dia foi interessante. Acho válido falar sobre o Equador e a Colômbia e em seguida, brincar de ser criança na rua.
Daí que tinha uma gata, lá na rua. Tal que, gostou de mim e eu dela. Daí que agora quero um gato, só pela sensação da companhia e de alguma coisa destruindo as cortinas e os sofás de casa.

quarta-feira, 5 de março de 2008

E novamente estou aqui, em um momento nostálgico.
Sábado de manhã eu fiquei pensando e sentindo saudade de meses atrás, por horas, até concluir que o que eu gosto é do agora. Eu gosto tanto do agora que tenho medo de isso acabar.
Tenho muitos medos, mas isso não faz diferença, meu medo eu manipulo, quer dizer, tenho medo porque quero. Isso não quer dizer que eu paro e penso: bem, hoje vou ficar com medo de perder algo. Eu só percebo que perdi depois que perdi, aí eu entro em contradição...falta muito pra eu me compreender tão facilmente quanto compreendo outros.
Hoje na aula eu parei, e fiquei pensando em como o meu sábado foi bom. Todos os meus dias, tem sido ótimos. Então, deveria ser grata a quem? Meus amigos.
São eles que tem esse poder de transformar o negativo pro positivo, o nostálgico pro presente melhor ainda, o preto e o branco e assim por diante.
Eu estava inspirada pra escrever, de repente me veio um branco e, deixa pra lá.
Melhor eu nem reler este texto mal explicado de hoje.

São coisas demais pra contar, coisas demais pra falar, coisas demais que ninguém sabe e nem deve saber. To transformando meus problemas, solucionando-os e, sou grata também a quem me ensinou as artimanhas de fazer isso direito.
A situação está crítica, meu caro.
Sempre me lembro, mas na hora esqueço e o tempo se vai. O tempo se vai e o blog vai ficando deixado pra lá.
Promessa do mês: querido blog, prometo que vou cuidar mais de você.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

E o abraço

Bem, cá estava eu a olhar meu blog tão amado. A verdade é que têm faltado tempo para ele mesmo, embora a minha vontade era escrever todos os dias, todos os detalhes dos detalhes. Mas, ultimamente até o tempo para dormir tem se encurtado.
Hoje?
Acordei, me olhei no espelho e fiz hipóteses de como seria o meu dia. É um estranho hábito meu mas que, funciona muito bem.
Fui para a escola, sem o meu suco de laranja. Ah! O suco de laranja que a minha mãe me faz todas as manhãs...Eu sei que vou sentir falta dele, um dia. Bom, este é outro estranho hábito meu: sentir falta de coisas que não se foram, ainda.
Cheguei atrasada, como sempre. Aula da Professora Rosa, excelente inglês (men-ti-ra! ela é péssima). E assim a minha manhã foi correndo, com o Antonio lá me fazendo rir das coisas mais improváveis e impossíveis.
A última aula foi a da Professora Léo, tal que, perguntou se eu havia ido a um show ou a uma guerra, devido as manchas rochas em meus braços. Mas olhe só! Eu havia me esquecido de contar de Domingo.
No Domingo (24/02) lá fomos nós ao show do Dance of Days, meu vício particular. Minha paixão assumida e estonteante. Estonteante foi o show, creio eu ter bebido demais e por isso ter passado tão mau na metade...Bem, concluo que foi ótimo, e que eu aproveitei bastante. Concluo também que Nene Altro e Karina, são simpatissíssimos e, que amigos de amigos meus, são bem legais. Conheci pessoas legais no domingo.
Mas voltemos a terça-feira, hoje. Parei na aula de Português, né? Ah, acabou por isso mesmo. O sinal tocou, e eu vim as pressas pra casa. Logo, saí as pressas pro inglês que eu matei e fui as pressas encontrar-me com Alguém.
Ah...Esse Alguém.
Nunca falei de ninguém assim, ou falei de Alguém e não me lembro? Não, não devo ter falado.
É esse Alguém, confuso e o mesmo de sempre, que me arranca suspiros, mesmo quando merece ofensas. É esse Alguém que faz o coração palpitar de ansiedade e acalma meu Espírito. É exatamente esse Alguém que têm me mostrado e ensinado coisas que, nem mil sábios gregos ensinariam. É esse Alguém que eu admiro, e são pra esse Alguém todas as palavras de apoio e compreensão, acima de tudo.
É essa felicidade, desse Alguém, que eu quero ver no olhar e sentir por uma palavra sincera.
É desse abraço verdadeiro, que eu preciso.
É só isso.
Bem, de certo é difícil. Mas quem disse que o difícil não é alcançável? Quem disse que existe impossível, bem, mal, correto ou atrevido?
É a difícil tarefa de perdoar sem pedido de perdão. Ou algo assim.
É o pessimismo, ou o otimismo. É a hipocrisia de palestras bem feitas e a graça de simples palavras. É o carinho mais puro.
É o desejo de querer ver o bem, a felicidade de Alguém, mais que qualquer outra coisa.
E assim termina meu dia, com todas as hipóteses falhadas, como em poucas vezes jamais imaginadas. Aqui, na Internet. Morta demais para acordar disposta daqui há seis horas ou para mirabolar um bom final pra este texto.

"vamos decidir por nós dois, quando eu contar até três: um...dois...três"
E o abraço.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

comin' back

Blog esquecido, por dias.
Bem, madrugada de sexta-feira para sábado, e eu aqui. Vamos contar sobre a escola? Vamos.
Minha classe este ano é um pouquinho mais considerável, são piadinhas mais engraçadas e algumas pessoas um pouquinho mais inteligentes...até que isso é novidade. Meus professores são os melhores, e eu já estou apaixonada pela minha Professora Léo, e pelo Professor Gonçalves - português e biologia -, que de fato, são ótimos. Excluimos do grupo de ótimos professores a titia Aiglê (se não me engano, era esse o nome dela), devido a falta de concordância verbal e incapacidade de entender e aceitar o fato de uma aluna do 2º ano, escrever, ter um vocabulário mais variado e uma concordância melhor que a dela (talvez, seja eu). Não gosto de professores ignorantes e estúpidos (não falo de modos, mas sim de QI).
O Antonio está na minha classe, esse ano. Acho que isso é bom, e ameniza situações insuportáveis com pessoas insuportáveis. As meninas do ano passado, também estão na minha classe que, é muito bom, adoro-as.
Não posso me esquecer daquele Jornal do Aluno, ou algo assim, que o governo enviou. Miacábo com o nível da Educação do Estado de São Paulo, e suas perspectivas para o futuro. Tentam até criar um arquétipo de aluno...assim não dá né Senhor Governo, ou whatever-what. O que salva é o nível dos professores.
Minha semana passou rápido, os dias tem passado rápido demais.

Sabadão tá aí, vou trabalhar e talvez a Yasmin venha aqui. Domingo tá chegando, e eu nem um pouco ansiosa, como sempre né.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Vai ver eu tenho que tomar no cu mesmo, pra ver se aprendo e tomo jeito dessa vez.
Dessa vida a gente não leva nada, galera. Nada.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Duna

"E se voce insiste em apagar os fantasmas da sua vida, leva em frente o peso de não se aceitar, e mantém abertas velhas feridas.
Boa sorte, espero que elas não voltem a sangrar.
Eu já não estarei ao seu lado pra lembrar... quanto tempo perdeu."

Duna - Fullheart

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Gritos

Acho ridícula essa futilidade, essa idéia de vida invejada, vazia e odiosa, da qual você consegue tornar perfeita aos seus olhos cegos.
Acho tão chata essa vida que você leva, ou admira. Tão chata.
Mas pensando bem...sou tão insignificante. Quem sou eu pra te julgar, não é mesmo?
Mas aí eu páro e penso que um dia até tentaram me ensinar, que quando eu acho algo errado...e me sinto no direito de abrir os olhos de quem eu quero bem, eu tinha esse direito. Bem, não funcionou.
Até hoje guardo tudo pra mim. Tudinho.
Guardo um comentário, uma observação, uma advertência e até mesmo um sorriso. Guardo pra mim a minha raiva, e a minha alegria eu declaro de pouco em pouco. Quando a sensação de individualidade vem, eu a guardo pra mim e até aprendo com isso. Quando sinto um vazio aqui, eu guardo-o pra mim, mesmo não tendo muitas coisas boas pra guardar. As lágrimas? Guardo-as todas comigo. Nem vejo tanta necessidade de mostrá-las pra alguém...acharão drama demais, sem motivos convincentes a seus olhos.
Guardo as coisas boas que poderia falar para alguém, e o que de bom eu poderia perguntar. Sei que tenho coisas boas...isso eu sei. Sei que podia me esforçar um pouquinho mais pra mostrar isso a todos mas, aí eu me lembro que quase ninguém merece me descobrir. Egoísmo mas, acho desperdício de tempo e paciência qualquer demonstração de virtude, destinada a qualquer pessoa indiferente a essa virtude. Mas bem sei eu que, um dia essa hora vai chegar.
Os sorrisos. Perdi as contas de sorrisos que deixei de dar, e dos efeitos que este poderia ter causado. Me esqueço do poder dos sorrisos que já me deram, me esqueço de retribuí-los. Me acho ingrata. Ingrata e egoísta.
É dessa alma ingrata e egoísta que eu gosto, era desse meu jeito que eu não abria mão.
Tento mudar, tento quebrar esse meu silêncio com gritos, e ecos.
Gritos de ninguém, para ninguém. Gritos em um abismo onde só os surdos são capazes de ouví-los.




"Janelas abertas, pra ninguém esquecer a sombra em meu quarto e me ouvir dizer que passei a vida correndo contra os carrinhos da montanha-russa."

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

mal de sono

Blog entregue as teias. Decepcionante.
Na verdade nem tem muito o que contar...bom, na verdade tem bastante coisa acontecendo, mas tenho tanta preguiça de contar pra voces, vou deixar na curiosidade. Ou não, né.
Do jeito que as pessoas tão sabendo do que acontece na minha vida...já devem estar sabendo de tudo!
Bom, eu to cansada. E preciso reorganizar esses meus horários.
Essa semana quero dormir muito, porque semana que vem a saga recomeça (???), e eu preciso estar preparada psicológicamente para os chatos que me rodeiam com maçãs envenenadas nas mãos.
Alguém vem aqui em casa colocar minhas cortinas? Tá difícil alguém aqui em casa contribuir com uma caridade para com uma pobre mortal. Acredita que sumiram com meu suportezinho, pra insenso? Eu nem ligo, eu adoro pires mesmo.
Aluguei "GiGi", é um músical daqueles fodões de 1958, se não me engano. Depois falo sobre ele.
Devo ter perdido uns neuronios hoje, ou acrescentáram atomos de lerdeza na minha alma (que?), ando tão desligada...tão boba.
Meu mal é sono, Beijão.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

BBB

Nossa e eu miacabo com esse Big Brother Brasil 8.
Rafinha tá entrando na onda do Fernandão PitBoy, vai comer poeira do MarcelãoHomo de fachada.
Tá pegando fogo, adoro esses programas forjados pela rede globo. Ótima opção de entretenimento pra massa burra do Brasil.
Desculpa, mais to incluída no povão desprovido de sabedoria. Não resisto a esse Big Brother, não resisto!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Não desanima não, fia!

Acordei assim, meia desanimada. Fui dormir desanimada e acordei desanimada.
Acredita que durmi por quinze horas consecutivas? Ah, esqueci de falar que fui dormir com febre e acordei com febre e uma amiga na minha garganta, a amigdalite. Adoro!
Mas isso não interessa.
Damn! O que interessa então, Flávia?
Ah acho que isso interessa sim...mas só um pouco. Por unanimidade todas as Flávias votaram pra felicidade. Sabe como é né, qualquer coisinha significativa pra mim, me deixa feliz (o que ultimamente tem se tornado difícil, porque pouquissímas coisas ainda são significativas pra mim), assim toda boba.
Final de semana? Bom, a sexta-feira foi legalzinha: Av. Paulista/Starbucks/Oscar Freire/Augusta, com a lyzinha (pois é né, logo eu que não me vendia pra esse café e jurava nunca ir pra Augusta, o por que eu nunca soube). Meu sábado foi normal lá na locadora. Ah! Gente, me apareceu um senhor simpático, do Rio Grande do Sul procurando "Tristão e Izolda" (ou algo assim). Ele gostou da minha simpatia, e ficou duas horas lá conversando comigo, enquanto eu arrumava as prateleiras dos lançamentos. Falou de tudo! Contou histórias que me entreteram e me fizeram admirá-lo. E adivinhe só, quem foi seu professor de Arquitetura, no Rio de Janeiro? Oscar Niemeyer, meu caro. Oscar Niemeyer foi seu professor de Arquitetura e é seu amigo, até hoje. Daí que eu fiquei impessionada com a coerencia e inteligencia daquele senhor. Ele até chegou a me incentivar, quanto a faculdade. Ve se pode?! Espero que ele volte lá qualquer hora.
E o domingo, foi bom. Acrescento que meu domingo foi feliz, só.
E hoje eu acordo com essa dor-de-garganta horrível, um brinde ao carnaval! Ah, como eu odeio carnaval. Toda aquel gente semi-nua dançando uma espécie de dança do acasalamento estranha...sei lá, é péssimo.
Até me compraram xarope...mas eu recuso, pode ser cicuta né.

Mas vamo ae né. A vida não pára.
Só assim eu deito no sofá e assisto os mil filmes que estão aqui em casa a mil anos.
Boa noite, galera.
Juízo ein!
"Quando me apaixono, me apaixono por um ser humano. Eu não vejo um homem ou uma mulher, uma pele negra ou branca, um adolescente ou um cinqüentão, mas uma alma da qual sou o complemento."
Angelina Jolie

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

shut my mouth and strike the demons (...)