domingo, 2 de dezembro de 2007

Quero férias

Tô é de saco cheio, viu

Olha, tá certo que eu sempre quis ser uma pessoa independente, dona do meu próprio nariz, dona do meu próprio dinheiro e dona das minhas próprias escolhas. O problema é que, eu to ficando maluca por causa disso. Pois é, maluca.
Conciliar uma escola dos infernos que é o retrato perfeito do sistema hipócrita que só te exige mais e mais e mais (incluindo a professora de matemática, que teve a brilhante idéia de criar uma feira sobre Desenvolvimento Sustentável, Efeito Estufa, Aquecimento Global etc. onde só são desperdiçados papéis e neurônios de quem podia usar sua massa cefálica em algo mais útil que criar maquete de avenida só pra tirar nota), amigos que eu realmente gostaria de passar o dia inteiro junto, namorado que pretendo passar a vida inteira ao lado, família complicadinha e pra completar tudo um trabalho no mínimo entediante...não é fácil, pessoal.
Pois bem, estou trabalhando. Onde? Em uma locadora aqui perto.
Acho brilhante! Sou apaixonada por filmes.
O problema é a zona que aquilo ali tá, e eu que tenho que arrumar. Outro problema é o meu chefe, folgado.
Haha, nem comecei e já estou reclamando, ok.
Mais poxa, horários são horários...e não respeitar isso é uma falta grave.
Anyway, ele é o dono, e eu a funcionária...não a escrava, poxa.

Eu realmente precisava escrever isso.
Eu realmente PRECISO de férias, com urgência.
E BORA LÁ FICAR DE DP DE MATEMÁTICA POR NÃO TER TEMPO DE FAZER OS TRABALHOS, GALERINHA!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

w-who c-cares

E daí que isso aqui ficou as moscas por dias?
who cares?

Vamo que vamo né.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

neurótica pt. I

Eu to descobrindo que quanto mais o tempo passa, mais ao pé-da-letra eu entendo cada coisa que me dizem. Isso é bom, né? Não? Pois é, não.
Entender que a vida continua sendo de cada um, o livre arbítrio continua sendo de cada um, as opções também. Ah! Os direitos de quem merece o que tem, ou ao menos deveria merecer, também.
As vezes penso que não mereço o que tenho, ou o que tenho não me merece, de tão chata que sou em alguns momentos, mais isso é detalhe, certo? Isso sempre é detalhe.
Levar tudo ao pé-da-letra tá me prejudicando, e prejudicando quem quer meu bem, fato. Eu tomo vergonha na cara e faço por merecer, ou eu vou perder o que eu não mereço por não fazer, capiche?
Whatever, to neurótica.

sábado, 10 de novembro de 2007

open your fuckin' mind


Só quero que as coisas se clareiem.
Quero que tudo que eu mais queria há quatro anos atrás, e desisti...vá pros infernos.

Momento remorso.

domingo, 28 de outubro de 2007

presenças e ausências



As vezes é cansativo oferecer um ombro amigo, oferecer colo, prontidão e extrema paciência a todo o momento, para com quem se gosta e quer bem. É cansativo ter que estar ali, sempre ali, pra ouvir problemas alheios, e ajudar quando preciso. É cansativo porém recompensador, afinal, tudo tem seu lado bom.
Acho que as pessoas esquecem que eu também tenho os meus problemas, esquecem que eu tenho uma vida como qualquer outra, e talvez, até mais probmemas que qualquer outro. Esquecem que aqui, vive uma pessoa com sentimentos suficientemente capacitados pra mandar tudo pros infernos, quando a hora chegar.
Lembram-se de que eu sempre estarei aqui, mais se esquecem de que as vezes o que eu mais preciso é de um colo, um ombro, e principalmente paciência...muita paciência, por sinal.
Manter as aparências, é fácil, muito fácil. Posso estar morrendo por dentro, ninguém jamais vai saber.
Uma pessoa, só uma única pessoa sabia o momento certo de me dar um bom puxão de orelha, e perceber como eu estava, só com uma troca de olhar. O lamentável, é que essa pessoa sumiu da minha vida, se esqueceu do valor d composto: melhor amiga.
Whatever, é fácil e prático estar ali sempre pra ajudar. Na minha situação, é complicadíssimo ser ajudada.
Problemas são problemas, cada um com os seus.
Dividir problemas faz parte da amizade, da sinceridade.
E, nem sempre preocupação com sentimentos inexistentes, é fundamental.
Há mais com o que se preocupar, quando palavras que passam despercebidas, são lembradas e seguidas e interpretadas ao pé-da-letra, isso sempre foi besteira pra mim.
Meu problema é ser objetiva e sincera demais, insisto nisso. Talvez, até faça parte do meu problema esconder o que se passa, me camuflar, pensar nos outros antes de eu mesma.
Ao meu ver, faz parte de um todo ajudar e ser ajudado, falar e ouvir, brincar e dar risada, calar e silenciar. E, quando tudo isso desanda, as coisas começam a ficar bizarras.
Não vou mentir, é cansativo sim estar sempre ali, mais é recompensador quando tem alguém ali por você.
Acho que o que eu mais preciso/precisava, era de um colo amigo.
Só uma presença.
Uma presença ausente.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

fugir do assunto

Não importa o que aconteça, não importa como aconteça, não vou mudar.
Não me interessa se estou sendo simpática ou não. Não me interessa se a sua simpatia é verdadeira. Não me interessa a sua vida, aliás, nada vindo de você me interessa.
Tem gente que é literalmente uma metamorfose ambulante, e isso me deixa indignada. Aliás, não sei se fico indignada com isso, ou, se fico feliz comigo mesma, por não ser assim.
Sou a mesma Flávia que era há 4 anos atrás, e serei a mesma Flávia daqui há 4 anos. E assim por diante.
Não consigo enxergar a vantagem de mudar em função de outros. De fato, não há vantagem nisso mesmo.
Você pode ser a pessoa mais amada por mim, ou até mesmo a mais odiada. Mais uma coisa é certa: por você, eu não mudo. Mesmo não te conhecendo.
Olhe a sua volta, e tome como exemplo o mundo. Pois quando você perde o seu tempo, tentando impressionar todos a sua volta, eu perco o meu tempo rindo e sentindo pena de você.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

sexta-feira

Será reamente possível que todos estão se rendendo a micareta, baladjenhas e piercing no umbigo? Nãão ein.


Ah, as aulas de filosofia andam me deixando intrigada. Como se não bastasse, agora preciso saber tudo de Hare Krishna e Confucionismo (ironico?)
Vai entender né...

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

segunda-feira ociosa?

O dia tá feio. Não tá calor nem tá frio. Não tem nada de bom passando na televisão. Não tem nada de bom pra fazer na internet. Moro no bairro mais chato de toda São Bernardo do Campo. Pra completar, ninguém que mora aqui perto tá perdendo tempo no computador.
E cá estou eu novamente, pensando no que fazer em plena segunda-feira sem aula.
Jeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeesus christ, não importa o que aconteça, minha segunda-feira não será ociosa!

vai saber né.

interrogação

Não vou mentir que sinto falta de algumas coisas. Coisas que, há 1 ano atrás, eu prezava mais que tudo.
Sinto falta daquelas tardes lá, rindo das palhaçadas de alguém ae.
Não vou dizer que foi passageiro, só me sinto idiota por ter sido passageiro somente comigo. É como se todas as fotos, todas as lembranças, todas as cartas de anos atrás, tivessem sido encontradas hoje, agora. E aquele momento nostalgia vem.
Não vou mentir que sinto falta de todos aqueles maços que um dia dividiram comigo. Não vou mentir que sinto falta daquela vaquinha pra comprar goró. Não vou mentir que sinto saudade daqueles dias inúteis conversando depois da aula da Profª Anele, lá na pracinha, discutindo sobre o por que do céu ser azul, ou da cor que quiséssemos.
As coisas passam com uma velocidade tão surreal, que nem tempo de lembrar de tudo eu tenho. Ou será que a vontade de evitar pensar naquilo tudo é mais prático mesmo? Tanto faz, são coisas que se passaram há anos, e vão ficar guardadas na memória. Simplesmente como boas lembranças de bons tempos, ou não.
Só me resta aproveitar bem esses tempos, porque quando a gente menos espera, ele passa.
E você fica com um ponto de interrogação enorme na cara, sem saber o que dizer, fazer ou pensar.

sábado, 6 de outubro de 2007

como assim?

Não é falta do que escrever, é a preguiça mesmo. To muito afim de ler uns livros abandonados há meses aqui, de ouvir música boa e de ficar a tarde inteirinha vendo novela e filme. Pois acredite que, até disso eu to com preguiça. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauei sei lá o que tá acontecendo, mais to bem sem escrever textos quilométricos quando, disposta a isto. Entendeu? Nem eu meu caro, nem eu.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

alo alo

Acorda,
que tem algo te esperando lá fora
acorda,
que tem algo que você não imagina em uma proporção incalculável
acorda,
que nada é como queríamos que fosse
acorda,
que a vida não se faz de felicidade por si só
acorda,
que você pode e deve fazer algo
acorda,
antes que o sono te pegue desprevenido e seja tarde demais.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Digna de rede Globo



Nos últimos dias eu tenho percebido que o que tem acontecido na minha vida poderia virar roteiro de uma boa novela:
Você se livra daquele sentimento por alguém (sentimento que nunca te fez bem algum), justamente porque outra pessoa aparece na sua vida, e transforma ela de uma maneira positivíssima. Até aí, tudo ok. Quando tudo vai bem, amigos, ambiente de trabalho, família, amor, algo acontece pra atrapalhar. Primeiro, foram os amigos. Sabe aquelas amigas que toda personagem tem, que juravam amizade eterna, mais que, quando tudo vai bem, algo acontece e a amizade eterna vai pro ralo? Pois bem. É aí que começa a triste trajetória da personagem que acaba por ficar sem amigas, sem irmãs pra dividir segredos. Acaba por ficar sem companheiras pro final de semana, ou para as tardes tediosas. Coincidentemente, daria para pensar que isso só acontece porque tudo vai indo bem na vida da personagem. É aí que a história vai por si só.
Logo após a decepção com as amigas, vêm o ambiente de trabalho. No caso da personagem, a escola. As coisas estão indo relativamente bem, quando o inesperado acontece. Uma pedra em seu sapato surge, as coisas ficam tediosas e patéticas, as notas caem e as dificuldades aumentam. Nem mesmo um momento de distração é permitido. As coisas se tornam cada vez mais minuciosamente planejadas, e um erro de interpretação, pode ser fatal.
Recaptulando...quando tudo vai bem na vida da personagem, os problemas começam a surgir. Primeiro os amigos que se afastam, sem um motivo razoavelmente explicável. Depois o ambiente de trabalho, o clima fica tenso e insuportável, diga-se de passagem.
O que mais falta, mesmo?
AH! Claro, a família.
Na família da personagem, as coisas nunca se ajeitaram realmente. Os problemas apenas são empurrados com a testa, e ninguém nem sequer toma uma atitude quanto a isso. Tudo bem. Eis que, os problemas na família, ficam cada vez mais visíveis, a personagem percebe que dentre toda a sua família, somente seu irmão se salva. O resto? Que volte pro esgoto. E uma hora ou outra, a personagem explode de estress, de fato. E, por fim as coisas se completam: amigos, ambiente de trabalho, família. Todos que quando juntos, e bem, te transformam em uma pessoa relativamente satisfeita com a vida. Mais que, quando separadíssimos, e mal, te transformam em uma pessoa que pouco se importa mais, com a repercussão dos fatos relacionados à estes.
Nessa história, nada vale a pena?
Ora! Como não?! E o amor?
Obviamente, o amor que a personagem encontrou, sempre lhe faz perceber que as coisas não são tão péssimas, quando em sua presença. É o amor que salva toda a história tão dramática e ridicularizada, é o amor que faz as coisas realmente valerem a pena.
Porém, como em todo bom roteiro, existe os que se opõem a esse amor.
E se eu disser, que, no meu roteiro, os três elementos citados acima (amigos, ambiente de trabalho e família), se opõe a esse amor? Muito bem, nesse roteiro, a personagem iria até o inferno para ser feliz com esse amor, que de fato, é a única coisa que lhe faz bem.
A personagem, então, sente certos medos. Por exemplo, de uma hora para outra, algo relacionado a esses três elementos, faça com que o amor desista. São medos grandiosos, tais que, fazem a personagem se congelar em suas boas lembranças, quando as más as ofuscam.

É um bom roteiro, não? cliché ou não, é um bom roteiro.
Só me resta saber o final da história...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

q

O Sol fritou o meu cérebro hoje, portanto, nada de conclusões nos próximos dias.
q

domingo, 16 de setembro de 2007

C=


É como o meu pai diz né: até aí todo mundo era falso e fofoqueiro, repara só.
E é como eu li em algum lugar um dia: o único Cristão morreu na cruz.
Tire suas próprias conclusões. Essa é a minha do final de semana.

sábado, 15 de setembro de 2007

a little bit clementine.


"I'm not a concept. Too many guys think I'm a concept or I complete them or I'm going to make them alive, but I'm just a fucked up girl who is looking for my own peace of mind. Don't assign me yours."

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

tempinho pra cá.


Não tenho encontrado tempo para isso aqui.
Agora que lembrei que eu possuía um blog, que nem eu mesma lembrava a utilidade.
Tantas coisas têm acontecido comigo, coisas que têm me deixado realmente feliz, contente com a vida e com tudo o que ela oferece.
Meu avô se foi, no dia 14 de Agosto, se eu não me engano. Foi e deixou inúmeras ótimas lembranças. Eu jamais vou esquecer de suas brincadeiras, de suas conversas, de suas histórias. São coisas que inevitavelmente, permanecem em minha memória. Agora, ele está lá, no lugar tão desejado por muitos. Feliz, aposto. E, ele estando feliz, estou feliz também. Ele sofria demais.
Nesse meio tempo fora desse blog, senti que perdi amigas. Amigas das quais eu jurava serem eternas. E o que me surpreendeu foi aquele que, há 2 anos atrás, eu duvidava que seria sua fiel companheira de planos para o futuro, debates ridículos sobre o governo, conselhos, roles, a mesma paixão por body modification e tudo o mais. Yuri Victor Ranzani têm me provado que amizade verdadeira existe. E, de certo modo, isso me deixa felicissima.
Entre outras cositas mas.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

AH


SEI LÁ.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Não que não tenha nada pra falar

Até que tentei retardar esses efeitos mais, chegaram de um jeito que nem eu consegui entender ainda.
Estou um tanto quanto confusa. Sinceramente? Não sei o que pensar ou dizer.
Não que eu não tenha nada para falar, só não encontro a maneira certa.
Foi como se um tiro tivesse me atingido, mas é uma sensação boa.
Foi inevitável.
Me sinto uma idiota, por quê? Porque tudo isso foi a coisa mais espontânea que já me aconteceu.
Realmente estou confusa, talvez eu seja maluca. Maluca o suficiente pra pensar que posso evitar os sintomas de tudo isso. Os sintomas dessa apaixonite idiota. Afinal, eu nem te conheço direito, certo?
Espero que isso passe (e vai passar), Amém.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

não sei


De repente, não vale a pena todo esse dramalhão. Sarcasmo, ironia, calculismo e friez.
Sei lá, acho que estou mudando alguns conceitos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

fala sim,


fala que eu adoooro, colega!


Vai meu(minha) filho(a), fala, fala muito, que eu adoooooooro!
Adooooro quando você fala muito de mim, assim.
Só tenho a te agradecer né, agradecer por me odiar. Agradecer por permitir que eu seja assim, tão melhor que você. Agradecer por aumentar meu Ibope né, pô!
Agradecer por você não me tirar da sua cabeça né, por míseros minutinhos. Será que é preocupação? HAHAHA
Ah! Eu também devo agradecer por você levantar a minha auto-estima dessa maneira, meu Deus! Você não se iguala a NINGUÉM que já tenha falado de mim, assim. Sabe, eu adoro quando fazem isso. Realmente adoro! É sinal que, alguém anda se preocupando com a minha vida, e não é de hoje ein!
Agradeço por me odiar e olha, eu te amo viu. Muito. Amo tanto que tenho pena, pena por ser tão baixo(a). Whatever, a vida é assim né? Cheia de gentinha desprezivél, carentes de amor. Amor que, provavelmente nunca vão ter né.
E ó, volte mais vezes aqui pra bisbilhotar, tá? Eu adoro!